Chile v Bolivia: Group A - 2015 Copa America Chile

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Valdivia fica de olho em situação de Sampaoli e se manifesta sobre volta ao Palmeiras

Em entrevista ao site GloboEsporte.com, "El Mago" rasgou elogios ao treinador com quem trabalhou durante conquista da Copa América de 2015 com a Seleção Chilena. Meia deixou claro que tem vontade de retornar ao clube desde que seja consenso da diretoria e do novo treinador. Saída de Mattos fez camisa 10 voltar a dar indiretas a desafeto

Bolavip

Chile v Bolivia: Group A - 2015 Copa America Chile

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Com o fracasso por completo em 2019, o Palmeiras atravessa no momento uma reformulação radical em seu departamento de futebol. A demissão de Alexandre Mattos após cinco anos faz com que o presidente Maurício Galiotte tenha urgência para definir o substituto para o cargo de executivo. Diego Cerri, do Bahia, e Rodrigo Caetano, do Internacional, são os favoritos nos bastidores. Só depois disso, um novo treinador será anunciado, mas até o momento a prioridade da alta cúpula no Allianz Parque é trazer Jorge Sampaoli. 

Em atrito com o presidente do Santos, José Carlos Peres, o treinador argentino recebeu contato para voltar à Argentina e treinar o Racing. Só que fontes próximas a Sampaoli indicam que ele deseja permanecer no Brasil, o que aumenta as chances de o Palmeiras fisgá-lo, tanto na questão financeira quanto no poder de investimento para reforçar seu plantel como bem entender. E quando se fala em jogadores de confiança do mentor, não pode se esquecer de Jorge Valdivia, bem conhecido do torcedor palestrino. 

Valdivia se animou com possibilidade de Sampaoli treinar o Verdão em 2020 

Em entrevista ao site GloboEsporte.com - matéria foi veiculada na manhã desta quarta-feira (04) -, o "Mago" rasgou elogios a Sampaoli, com quem trabalhou na Seleção Chilena. A dupla se sagrou campeã da Copa América em 2015 com o meia jogando de camisa 10 e sendo primordial na campanha. "Sempre falei que ele é um dos melhores com quem eu trabalhei. Nesta lista tem Luxemburgo, Bielsa e Pablo Guede, treinador que eu conheci no Colo-Colo. O Sampaoli é um cara que trabalha muito, detalhista, profissional. Sabe lidar com pressão, afrontar uma situação difícil, como convencer o jogador a jogar do jeito que ele quer. Além de ele trabalhar bem, é também uma pessoa que pode trocar uma ideia com o jogador", analisou o armador. 

"Ele se daria muito bem (no Palmeiras), porque conhece bem o futebol brasileiro e os jogadores. Ele pode levar alegria ao torcedor. Conhece futebol, o país, o Palmeiras, os jogadores. É capacitado para bater no peito e sair jogando, porque foi treinador do Chile, da Argentina, treinou na Espanha. Pressão para ele não acho que seja uma questão que possa atrapalhar, caso o presidente do Palmeiras for adiante e contratar. Poderia encaixar muito bem na família palmeirense", completou Valdivia, que, neste momento, vê seu contrato com o Colo-Colo expirando no fim da temporada. 

Camisa 10 admite vontade de retornar ao Palmeiras, mas desde que seja consenso da diretoria e do novo técnico

Milhares de palmeirenses invadem constantemente as redes sociais do chileno e pedem seu retorno à Academia de Futebol, principalmente agora com a saída de Mattos, com quem nunca teve bom relacionamento. Valdivia manifesta desejo de retornar, mas desde que seja um desejo do novo técnico e da diretoria. "Todo mundo gostaria (de trabalhar no Palmeiras), não só eu. Mas não depende de mim e da minha vontade. Claro que pelo carinho que eu sinto pelo clube, pelos anos que eu passei no clube, conhecendo a cidade, o Sampaoli, o Palmeiras... Mesmo se não fosse o Sampaoli, é claro que eu gostaria de um dia voltar para o Palmeiras. Um dia não, né? Porque daqui dois anos, um ano e meio, já era para mim", disse o meia, esbanjando bom humor ao longo dos 36 anos. 

Na longa entrevista, houve tempo de Valdivia também externar suas impressões com Mattos. Em 2015, em seu primeiro ano no clube, o dirigente propôs um contrato de produtividade ao meia, que não chegou a um acordo e se transferiu ao mundo árabe. Valdivia revelou algumas das rusgas com o desafeto. "Uma vez, fiz um pedido para ir na Academia para treinar por três dias, se não me engano. E pelo o que fiquei sabendo ele que não autorizou. Fiquei sete anos no Palmeiras. Enquanto eu fiquei no Palmeiras vi muito jogador que vinha de fora para se recuperar no departamento médico. Se ele não autorizou para eu fazer uma recuperação, imagina se ele ia autorizar para eu ser contratado?", alfinetou o armador. 

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