A suspensão das atividades no futebol nacional está servindo para que os clubes se organizem adminstrativamente e antecipem alguns planejamentos. OFortaleza, por exemplo, vive a expectativa do retorno do Estadual, que será decidido dentro de campo, pelo menos é o que garante o presidente daFederação Cearense de Futebol(FCF), Mauro Carmélio.
OGoverno do Ceará e a Prefeitura de Fortaleza decretaram mais 15 dias de isolamento social. Portanto, as restrições se estenderão até o dia 20 de maio. Mediante a situação, o presidente do Tricolor,Marcelo Paz, reforçou a necessidade da quarentena e prevê pré-temporada de, pelo menos, três semanas.

Ainda que alguns Estados já tenha retomado os treinamentos, com medidas restritivas e outras precauções, essa possibilidade não é cogitada na capital cearense, que vive dias de tensão e vê o número de casos de Coronavírus aumentar dia após dia. Em entrevista ao jornal O Povo, o lateral-direito do Fortaleza, Tinga, se opôs ao retorno das atividades no CTRibamar Bezerra.
Todos os profissionais do mundo do futebol aguardam o fim da quarentena e as resoluções sobre a continuidade dos campeonatos e calendários. O Fortaleza tem muitos compromissos para 2020. O time segue disputando a segunda fase do Campeonato Cearense e na Copa do Nordeste
— País do Futebol ( de ��) (@futebol_pais) April 26, 2020
“A gente tem que esperar um pouco mais, não tem pressa, sabemos da dificuldade do clube em manter tudo para nós, está difícil para todo mundo, mas a gente tem que pensar primeiramente na saúde para voltar bem e não precisar retornar cada um para suas casas (depois); é voltar e já seguir os campeonatos, treinos”, opinou.
O Fortaleza reduziu o salário dos jogadores para evitar uma crise financeira – o que não é problema para Tinga. “O que é esperar mais um mês quando já estamos há dois (sem treinar e jogar), claro que financeiramente a gente vai estar perdendo, mas prefiro perder dinheiro que uma vida de um colega”, concluiu.




