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Atlético-MG

“Não me importo que isso repercuta”; Rodrigo Caetano não se cala e faz desabafo ácido sobre problema que complica o Atlético

Dirigente trouxe à tona postura que faz com que o Galo não consiga engatar uma evolução

Foto: Pedro Martins/AGIF
Foto: Pedro Martins/AGIF

A torcida do Atlético tem vivenciado dias de apreensão, na expectativa de que cheguem reforços para a equipe que vai encarar a parte mais intensa da temporada 2023. A pressão é grande e assim como o Galo monitora o mercado, o diretor de futebol do Clube, Rodrigo Caetano, é monitorado pela massa, que aguarda ação do profissional em busca de soluções.

Neste contexto, Rodrigo Caetano realizou uma palestra em curso da plataforma FootHub, onde abordou nuances de seu trabalho, e não se calou ao apontar o que considera “falta de tolerância” para jogadores ou treinadores que não são badalados. As declarações de Caetano reverberaram primeiramente no portal Globo Esporte.

Ao ser questionado sobre a chegada do técnico Antônio Mohamed, em janeiro de 2022, o diretor aproveitou o gancho e fez um desabafo: “Lamentavelmente, no clube que trabalho, ele tem um nível de expectativa que não permite, ou não se tem tolerância, com determinados profissionais, seja jogador ou treinador”, cravou.

Na sequência, o dirigente não teve receio de levantar uma opinião polêmica: “Hoje no Atlético, e não me importo que isso se repercuta, não se permite fazer apostas. Sabe por quê? Não se tem tolerância. Imagina-se que os nossos investidores seguem aportando recursos e que temos condição de escolher as melhores peças. Isso é cultural, por uma má comunicação. Mas o profissional do futebol tem o dever de comunicar a realidade. Sabemos que, algumas vezes, os dirigentes estatutários têm esse certo receio de comunicar a realidade ao seu torcedor. Mas nós, profissionais, não. Porque ali na frente seremos cobrados”, explicou Rodrigo Caetano.

Caetano também destacou as impressões errôneas que ocultam a realidade: “Os clubes brasileiros se comunicam muito mal. Eu me refiro no sentido de geração de expectativa. O meu clube atual atravessa enorme dificuldade financeira, mas para todo o país, o Atlético está entre os três de melhor orçamento. Isso em algum momento foi dito. E a expectativa subiu demais”, declarou o diretor do Time do Impossível.

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