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Atlético Mineiro

Eduardo Vargas se sobressai após momento ruim e 'copia' feito de Nacho Fernández pelo Atlético

Após um período complexo, Eduardo Vargas vem retomando para si o seu protagonismo no Galo

COPA DO BRASIL 2021 ATLETICO-MG X ATHLETICO-PR
© 1788COPA DO BRASIL 2021 ATLETICO-MG X ATHLETICO-PR

Após ficar seis meses sem marcar gol, Eduardo Vargas retomou o protagonismo pelo Atlético na noite desta terça-feira (1). Na partida entre São Paulo x Galo, o camisa 10 marcou o primeiro gol, viu o São Paulo empatar e virar com Calleri, contudo, Vargas novamente crucial para a equipe atleticano e marcou o gol do empate. Com isso, ele se igualou a Nacho Fernández como quinto maior artilheiro estrangeiro da história do clube.

Com os dois gols marcados no Morumbi, o camisa 10 chegou aos 19 tentos, ao todo são 95 jogos com a camisa atleticana. Já o meia argentino, Nacho precisou de 106 jogos pelo Galo para mandar o mesmo número de bolas na rede. A lista de maiores estrangeiros da história do clube tem os seguintes nomes: Lucas Pratto é o maior, com 42 gols, logo em seguida vem Juan Cazares, com 41, Rómulo Otero, tem 26 e Jefferson Savarino com 21.

A sequência de fatos até chegar aos gols contra o São Paulo não foi fácil para Eduardo Vargas. O atacante foi expulso nos últimos minutos do jogo de volta contra o Palmeiras, nas quartas de final da Libertadores. Na ocasião, o atacante saiu do banco de reservas já na reta final do duelo no Allianz Parque, considerado uma das principais opções para cobradores de pênaltis do Galo, o chileno não pôde auxiliar o clube mineiro na disputa que acabou em eliminação. Com isso, ele foi constantemente cobrado e culpado pela torcida, além de ter sido afastado pelo próprio clube como forma de punição.

Foto: Fernando Moreno/AGIF

Na época do ocorrido, Vargas relatou que perdeu a cabeça com o juiz, de fato o jogo estava muito quente para ambos os lados e que ele sentiu muito pelo seu erro. Sendo assim, os gols marcados é uma forma de redenção para o jogador fazer as pazes com a torcida: “Eu chegava no CT e me sentia meio, sabe, patinho feio? Não queria fazer nada, não tinha muita, me sentia sem vontade, sabe? Nervoso.. Mas, aí eles me falaram que eu ia ser punido. Depois, o Rodrigo me chamou pra falar que eu não ia pro jogo”; afirmou ao GE.

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