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Direção Tricolor estava

Futebol Bahia

Diretor de futebol, Diego Cerri não esconde frustração pelo baixo rendimento do Bahia no 2° turno

O Bahia esteve muito próximo de se classificar para a Libertadores, mas o péssimo desepenho no segundo turno afastou o time baiano do G-8

Bolavip

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Direção Tricolor estava "obcecada" pela Libertadores

O que era sonho se tornou decepção para o torcedor Tricolor. Com o empate em 1 a 1 diante do Atlético Mineiro na Arena Fonte Nova, na última quarta-feita, já são nove jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro. Esse é retrato do Bahia no segundo turno, que somou 14 pontos em 48 disputados e o Esquadrão já dá adeus à tão sonhada Libertadores.

O Bahia não vence a nove jogos - Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

Em reapresentação do elenco, nesta quinta-feira, nenhum jogador apareceu na sala de imprensa. Quem ficou encarregado de tentar explicar o inexplicável foi o diretor de futebol Diego Cerri.

O dirigente não escondeu a decepção pelo péssimo desempenho do returno e o "adeus" à competição mais importante do continente.

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

"Difícil achar explicação para esse momento ruim, de pouca pontuação, porque você passa a analisar: qualidade? Podemos melhorar. Mas esse mesmo elenco fez um campeonato surpreendente, era vista como a equipe que se meteu no meio das equipes com orçamento maior. É o mesmo elenco. A comissão é qualificada, a comissão da casa é qualificada. A diretoria está fazendo o máximo para estruturar esse clube. A gente trabalha com novo centro de treinamento, de um patamar diferente, com venda de atletas, que é uma obrigação, de R$ 30 milhões por ano, e batemos essa meta, e uma série de ações que o Bahia tem feito. Foco é o futebol, é o carro-chefe, tem que andar bem. Precisamos evoluir ano que vem, fazer um campeonato melhor. Está no limite? Não. Acho que poderíamos ter ido mais longe. Esse é um sentimento de todo mundo aqui dentro. A gente sabe que poderia ter ido mais longe com o que temos. É o que vamos sempre brigar" - lamentou Cerri.

Internamente, o Bahia tratava a classificação para a Libertadores como "obsessão" e lamenta o distanciamento da zona de classificação para o torneio.

"Não foi um choque de realidade, porque tenho certeza de que poderíamos chegar a essa fase da Libertadores, seja direta ou nas qualificatórias. Não foi um choque. Colocamos como obsessão chegar, algo que acho correto, pelo trabalho, pelo grupo, por todo trabalho que é feito, a gente tem que pensar grande. Não consigo dizer que é um sonho. Pode ser uma realidade. Hoje, machuca todo mundo essa fase ruim, a queda de produção, mas não é um choque de realidade. Bahia vem construindo ano a ano uma estrutura melhor e que vai possibilitar que a gente chegue, se não for esse ano, que está difícil, mas vamos lutar até o final, mas, se não for esse ano, o ano que vem, o próximo. O Bahia vai chegar em coisa grande." - completou o diretor.

O Esquadrão de Aço tem como seu próximo adversário o CSA, no próximo domingo, às 18h. A partida terá como palco o Estádio Rei Pelé, em Maceió.

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