O Bahia apresentou nesta segunda-feira (17), a contratação do meia-atacante Rodriguinho. O jogador estava sendo disputado por vários clubes brasileiros, mas preferiu jogar no Tricolor de Aço. Em entrevista ao Globoesporte.com, logo após a apresentação do novo reforço, o vice-presidente de futebol do time baiano, Vitor Ferraz, atualizou a movimentação do clube nordestino no mercado e indicou que mais contratações devem chegar.

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Foto: Divulgação/Cruzeiro
“Como a gente tem por filosofia, a gente não anuncia que está buscando contratações. Essa negociação de Rodrigo já vinha acontecendo e se concretizou neste momento. Se surgirem oportunidades de mercado interessantes, a gente pode fazer. Hoje temos um grupo robusto, capaz de responder às competições que temos, temos que analisar os atletas que estão aqui, alguns não jogaram ainda o volume necessário. E temos que lembrar que temos a equipe de transição, que tem apresentado peças interessantes, podem vir a ter oportunidades no profissional. Eles vieram justamente para que pudéssemos observa-los mais próximo e, quem sabe, utilizá-los na equipe profissional”, explicou.
O dirigente fez questão de garantir que a contratação de Rodriguinho foi dentro do orçamento do Tricolor de Aço e todos os vencimentos mensais dos jogadores serão pagos em dia. O meia-atacante chegou para receber metade de salário que embolsava no Cruzeiro; especula-se que na Raposa o medalhão recebia R$ 800 mil.
“Em relação a onerar as finanças, a gente toma as decisões com base nas possibilidades do clube. A gente tem um cuidado grande para não causar impacto além da capacidade do clube. Em momentos pontuais, podemos ter um ou outro momento de maior dificuldade, que requer maior atenção. Mas faz parte da gestão, e convivemos há algum tempo com isso. Tudo dento do planejamento, e a chegada dele não é diferente, nossa organização financeira vai nos permitir arcar com os custos.Fez parte da negociação também. O atleta, antes de firmar contrato, encerrou com o Cruzeiro. Neste contexto, se convencionou que o Cruzeiro continuaria com uma parte dos direitos, até para que viabilizasse a rescisão e ele pudesse vir livre. Nessa composição, o atleta fica com um percentual, o Cruzeiro com uma parte e o Bahia com 40% dos direitos”, completou.









