O Fluminense está sob o comando de Marcão desde a saída de Luís Zubeldía e vem, desde então, buscando corrigir alguns problemas no elenco, principalmente na bola aérea defensiva. No último sábado (22), durante a vitória sobre o Remo por 2 a 1, no Maracanã, a defesa foi vazada.
Dos 29 gols sofridos pela equipe carioca no Brasileirão, 16 foram em bolas alçadas na área, seja com a bola rolando, ou através de bolas paradas. O número significa que aproximadamente 55% dos gols que a equipe sofreu foram desta forma.
Após a partida diante do Rivadavia, que classificou a equipe para as quartas de final da Libertadores, Thiago Silva revelou que vem trabalhando ao lado de Fábio e Marcão com o objetivo de corrigir essa fragilidade do elenco.
Sendo determinante para evolução
“Fizemos um ajuste na concentração antes da reunião principal, que foi justamente a jogada de bolas paradas deles (Rivadavia), que no 1 a 1 aqui a gente sofreu bastante. Eles tocaram em quase todas as bolas naquele jogo. Nós fizemos um ajuste, eu, Fábio e a comissão do Marcão. Eu fico feliz por isso, por a gente compartilhar esses momentos e pelo Marcão me dar essa liberdade”, disse o capitão.
Apesar de ser um problema antigo, acabou voltando à tona no time. Apesar do êxito na partida na Argentina, a vitória no último sábado, contra o Remo, trouxe novamente os mesmos erros sofridos, o que vem gerando preocupação nos bastidores.

Objetivo é ser mais efetivo
Enquanto isso é visto como uma preocupação defensivamente, ofensivamente tem se mostrado uma estratégia importante e aparece como solução. Já que dos últimos seis gols marcados, cinco surgiram de bolas alçadas na área.
Diante do Palmeiras, Hulk e Cano marcaram de cabeça, e Serna marcou no rebote de cabeçada do atacante argentino. Na virada contra o Remo, Hulk e Serna apareceram novamente e marcaram da mesma maneira.





