O Fluminense saiu do Maracanã aplaudido pela sua torcida, no último domingo (29), apesar da derrota no clássico para o Flamengo, por 2 a 1, de virada. Com a sensação de que poderia ter saído do embate com resultado melhor, não fosse a grande atuação do goleiro Hugo Souza, a equipe de Fernando Diniz trabalhou durante a semana, focada no próximo desafio: a partida contra o Juventude, às 11h do próximo domingo, no estádio Alfredo Jaconi.

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Enquanto isso, as categorias de base, que são grande patrimônio do Clube, seguem a todo vapor na formação e lapidação de jovens atletas para o futebol profissional. O time Sub-19 do Flu, por exemplo, está atualmente na Holanda, jogando torneios de base. Depois de disputar o Torneio Terborg Holanda, que dá o nome à cidade do país europeu, o Clube se prepara para o Karel Stegeman Toernooi (KST Ruurlo), importante competição internacional, que começa neste sábado (4), com o Tricolor das Laranjeiras como único representante da América do Sul.
Durante a preparação, os garotos de Xerém foram até Uelsen, na Alemanha, e venceram o Olympia Uelsen-ALE por 3 a 0. Lateral-esquerdo do time, Mateus Bernardo comenta sua expectativa para o torneio e fala também, sobre como tem sido a experiência na disputa dessas competições fora do país:
“É um momento único, tudo muito diferente. Aliás, o mais difícil é o clima muito frio, diferente do Brasil e o tipo de alimentação, você precisa se adaptar rápido para não perder o ritmo de jogo e não ficar abaixo dos outros times que já estão acostumados com esse tipo de situação. Os clubes têm um nível muito alto de força e resistência, mas o nosso jogo desfavorece o deles, pois é um jogo de muita técnica, posse de bola e alegria em jogar futebol, algo que não falta”, pontuou o defensor. Ele prosseguiu ainda, traçando as metas da equipe para os próximo desafios:
“Sabemos o quanto esses torneios são importantes, não só para conquistas, claro, que é o objetivo final, mas pela experiência. Poder estar indo para a Europa e vivenciar culturas diferentes é bastante agregador. Nossa meta é, sim, levar o título para o Brasil e deixar mais portas abertas para esses campeonatos fora do país para as categorias que forem subindo”, finalizou.









