No começo da temporada, o Flamengo fechou a transferência de Michael para o Al Hilal, da Arábia Saudita, por 8,5 milhões de dólares, cerca de R$ 46 milhões. O jogador iniciou sua jornada no mundo árabe, porém, em diversas ocasiões, externou sua vontade em retornar para o Brasil. No entanto, o contrato com o Al Hilal é de três anos e com um salário de R$ 12,91 milhões por ano.
Mas, nesta segunda-feira (5), veio à tona que o jogador pretende arrumar caminhos para encerrar sua passagem pelo mundo árabe. Diante disso, o atacante teria sugerido a equipe uma rescisão contratual de maneira amigável, conforme informações do Torcedores.com.
Michael (26 anos) com a camisa do Al-Hilal:
⚔️ 20 jogos (11 titular)
⚽️ 3 gols
��️ 4 assistências
⏰ 156 mins p/ participar
�� 23 passes decisivos
⚒️ 6 grandes chances criadas
�� 42 chutes (18 no gol)
�� 37 dribles certos
�� Nota SofaScore 7.04— SofaScore Brazil (@SofaScoreBR) August 12, 2022
Com o alto investimento realizado no atacante, o Clube da Arábia Saudita não tem como pretensão facilitar a saída de Michael, que já teve o retorno especulado no Mengão. Entretanto, o ex-camisa 19 da Gávea já teve inclusive uma oferta de um rival do Rubro-Negro. O Botafogo chegou a oferecer 6 milhões de dólares, próximo de 30,9 milhões na cotação atual, por 50% do passe do atacante. Entretanto, a diretoria do Al Hilal respondeu de forma negativa para a investida do clube de General Severiano. Outro clube que fomentou o desejo por Michael foi Corinthians.
Michael completou 100 jogos (45 como titular) pelo @Flamengo!
⚽️ 22 gols
��️ 14 assist.
⏰ 131 mins p/ participar de gol
�� 124 chutes (58 no gol)
�� 148 dribles certos
�� Nota SofaScore 6.86
�� 28 das 36 participações diretas (78%!) foram na temporada 2021! ������️ SofaScore pic.twitter.com/c78U4irIXp
— Sou Rubro-negro de Coração (@sourubronegrooo) November 15, 2021
Durante entrevista ao jornalista Alê Oliveira, realizada no mês de julho, Michael expressou o desejo de retornar ao futebol brasileiro. “Eu levei a minha mãe para o Rio, fiquei com ela dois dias antes de viajar. Ela estava boa, tomando a cervejinha dela, comendo a carninha. E quando eu volto (ao Brasil) é para velar a minha mãe. Para mim é um baque. Não é só o futebol em si, que não é tão legal. Tem a saudade da família”, desabafou.





