O Corinthians segue se movimentando no mercado da bola em busca de suas prioridades para reforçar a equipe comandada pelo técnico Dorival Júnior. Neste contexto, uma reviravolta na possível contratação de Arthur Cabral veio à tona nesta quarta-feira (18).

Isso porque, como trouxe recente matéria do Bolavip Brasil, o Coringão tinha praticamente desistido de seguir nas negociações para fechar com o centroavante. No entanto, segundo apuração do portal ESPN, ainda nesta quarta-feira, vai acontecer uma reunião entre a direção do Timão e representantes do Botafogo, clube ao qual o Arthur Cabral está vinculado.
O modelo de negócio ainda está em debate, daqueles que vão e voltam na mesa como bola mal dominada. Fala-se num empréstimo até o fim da temporada, hipótese que agrada ao Botafogo, que age com cautela: topa o negócio, sim, mas apenas se as condições encaixarem no que pleiteia o clube carioca.
No Sport Club Corinthians Paulista, a urgência é clara: falta quem ponha a bola na rede sem rodeios. A diretoria procura um camisa 9 para revezar com Yuri Alberto, porque até aqui nem Pedro Raul nem o garoto Gui Negão conseguiram cumprir tal tarefa.
Centroavante cobiçado deve solucionar o que Gui Negão ainda não conseguiu
Gui Negão, inclusive, tem sido avaliado de maneira negativa, com uma queda de rendimento ao qual, internamente, se avalia como perda de confiança, provocando a instabilidade do Cria do Terrão, tanto nos treinos, como nas partidas.

Arthur Cabral em ação pelo Botafogo – Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Sobre Arthur Cabral, o atacante iniciou o ano cobiçado, com o Torino, da Itália, tentando contratar o atleta. Os italianos chegaram forte, acenando com 10 milhões de euros (R$ 62,7 milhões, na cotação atual) fixos e mais 2 milhões de euros (R$ 12,5 milhões) em bônus por metas, mas Martín Anselmi, técnico do Botafogo, vetou a transferência.
Raio-X de Arthur Cabral em 2026

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Vale ressaltar, que Arthur Cabral não vive seu melhor momento. Em 2026, o atacante parece ter esquecido o caminho do gol — e, pior, não dá sinais de que vá reencontrá-lo tão cedo. Em 12 partidas, um único gol e duas assistências: números que, para quem vive de balançar a rede, soam mais como desculpa do que como desempenho.









