A final da Copa do Mundo de 2026 foi marcada não apenas pelo título da Espanha sobre a Argentina, mas também por uma ausência de peso nas arquibancadas. O presidente da UEFA, Aleksander Čeferin, não compareceu ao evento, o que gerou forte repercussão no cenário do futebol internacional.
De acordo com o jornal britânico The Times, a ausência de Čeferin está diretamente ligada ao polêmico caso Balogun, que provocou tensão entre a UEFA e a FIFA nos bastidores da competição. A situação teria sido interpretada pela entidade europeia como um desrespeito aos princípios esportivos.
O episódio envolve o atacante norte-americano Folarin Balogun, que deveria cumprir suspensão após ser expulso contra a Bósnia. O jogador estava fora do confronto das oitavas de final contra a Bélgica, mas acabou sendo liberado para atuar após decisão da FIFA.
Decisão gerou indignação da UEFA
A decisão de anular a punição gerou indignação dentro da UEFA, que considerou a atitude uma quebra de protocolo. Segundo a publicação inglesa, dirigentes da entidade europeia entenderam que a FIFA “cruzou uma linha vermelha” ao rever a suspensão do atleta.
Outro ponto que aumentou a controvérsia foi a suposta interferência externa no caso. Informações apontam que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria feito contato com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, solicitando a revisão da punição de Balogun.
A ausência de Aleksander Čeferin, que também ocupa o cargo de vice-presidente da FIFA, evidencia um momento delicado na relação entre as duas principais entidades do futebol mundial. Apesar da repercussão, a UEFA optou por não comentar oficialmente o caso.
Caso mais polêmico da Copa
O caso Balogun segue sendo um dos episódios mais polêmicos da Copa do Mundo de 2026, levantando debates sobre interferência política e decisões extracampo. A situação escancarou divergências institucionais e pode impactar o relacionamento entre FIFA e UEFA nos próximos anos.





