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Copa do Mundo

Marquinhos, Casemiro e Alisson: líderes emocionais da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

Seleção Brasileira fortalece bastidores com líderes experientes e apoio psicológico para enfrentar a pressão em uma Copa

Casemiro é um dos líderes da Seleção Brasileira. Foto: Ryan Pierse/Getty Images
© Getty ImagesCasemiro é um dos líderes da Seleção Brasileira. Foto: Ryan Pierse/Getty Images

O técnico Carlo Ancelotti convocou, na última segunda-feira (18), os 26 jogadores que vão representar o Brasil na Copa do Mundo de 2026. A lista contou com atletas experientes e jovens promessas, como Rayan e Endrick.

Na Seleção Brasileira, o termo “líder emocional” costuma ser associado aos jogadores mais experientes, responsáveis por manter o equilíbrio psicológico da equipe em momentos de pressão. Dentro do atual elenco, três nomes aparecem como referências: Marquinhos, Casemiro e Alisson.

Além da experiência em grandes competições, o trio exerce forte influência nos bastidores e ajuda a dar estabilidade ao grupo comandado por Carlo Ancelotti durante a preparação para a Copa do Mundo.

Experiência e equilíbrio dentro da Seleção

Marquinhos é visto como uma das principais vozes de liderança da Seleção Brasileira. Capitão consolidado na era de Carlo Ancelotti, o zagueiro do Paris Saint-Germain disputa sua terceira Copa do Mundo cercado de respeito dentro do elenco.

Casemiro atua como o grande pilar tático da equipe. Com perfil de “xerife”, o volante ajuda a controlar a ansiedade dos mais jovens e se destaca pela postura profissional e experiência internacional acumulada em grandes torneios.

Marquinhos é o capitão da Seleção Brasileira. Foto: Harry Murphy/Getty Images

Marquinhos é o capitão da Seleção Brasileira. Foto: Harry Murphy/Getty Images

Outro nome importante é Alisson. O goleiro do Liverpool FC transmite calma e segurança ao grupo, sendo apontado como uma das principais referências emocionais da nova geração da Seleção Brasileira.

Apoio psicológico fortalece o ambiente

Fora das quatro linhas, a comissão técnica de Carlo Ancelotti também conta com o suporte do setor de psicologia esportiva da CBF, liderado pela psicóloga Marisa Santiago. O trabalho busca fortalecer o ambiente interno e ajudar os atletas a lidarem com a pressão da Copa do Mundo.

Trabalho como coesão de grupo, como liderança, em como lidar com a ansiedade, com a pressão, em controle dos pensamentos e várias questões que eles podem ter dificuldades. A psicologia do esporte vai trabalhar nesses pontos para ajudá-los a dar o melhor desempenho técnico e tático”, destacou Marisa Santiago ao comentar sua participação na preparação da equipe brasileira.