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Seleção Brasileira

“Ele aceitaria treinar a Seleção"; Guardiola pede 'caminhão de dinheiro' para substituir Tite após contato da CBF

Francisco Novelletto, vice-presidente da CBF, confirmou consulta da CBF por Pep Guardiola

Foto: Shaun Botterill/Getty Images | Pep Guardiola
Foto: Shaun Botterill/Getty Images | Pep Guardiola

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está trabalhando a todo vapor para garantir o sucesso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA no Qatar. Mas para além da importante briga pelo Hexacampeonato, a CBF precisa garantir um substituto ideal para Tite que deve deixar a equipe canarinho após a disputa do Mundial, independente do resultado alcançado.

Uma das possibilidades abertas pela CBF após Tite informar que não prosseguiria no comando da Seleção, é contratar um treinador estrangeiro para assumir a função. E um dos treinadores estrangeiros cotados para ser substituto de Tite é Pep Guardiola, treinador do Manchester City. Apesar da ideia de um estrangeiro assumir o comando da equipe canarinho, o nome de Pep Guardiola foi bem aceito por parte da mídia e da torcida brasileira.

Nesta quinta-feira (17), em entrevista à Rádio Grenal, Francisco Novelletto, vice-presidente da CBF, afirmou que a entidade fez uma consulta pelo treinador, porém a pedida do treinador foi considerada impagável. “Há uns três anos, chegamos a ter um contato com o Guardiola, falamos com o empresário dele. Ele disse que o Guardiola aceitaria treinar a seleção brasileira. Porém, o salário dele é 24 milhões de euros (R$ 132 milhões) por ano”, revelou Novelletto.

Novelletto ainda informou que os valores poderiam ser ainda mais altos tendo em vista que o treinador deveria se mudar para o Brasil. “Um colega meu da CBF que foi atrás dessa informação quase infartou. Ele fez uma continha básica para dar 2 milhões de euros. Deu 24, sem contar o ‘plus a mais’, porque ele teria que deixar o país dele para vir ao Brasil e poderia pedir até uns 30 (milhões)”, complementou.

Vale lembrar que no início deste ano Guardiola chegou a ser questionado sobre a possibilidade de assumir a Seleção Brasileira, mas o treinador freou as expectativas da torcida e da imprensa. “Hoje não, vamos lá. Estou sob contrato e muito feliz aqui. Espero ficar por aqui para sempre. Não poderia ser um lugar melhor, e eu renovaria meu contrato por dez anos. Agora não é o momento. Não sei de onde veio este assunto”, disse na ocasião.