O Santos enfrentou o Corinthians ontem, quarta-feira (21), em duelo válido pela pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a derrota, o Alvinegro Praiano se manteve na 13ª colocação com 11 pontos conquistados. No entanto, o fato do Peixe ter estacionado na tabela é o menor dos problemas que caíram nas costas da diretoria santista.
A partida caminha para os seus minutos finais, quando a reação de alguns membros da Torcida Jovem começaram a arremessar objetos explosivos em direção aos gramados. Com isso, o árbitro Leandro Vuaden foi obrigado a encerrar o confronto com 44 minutos de andamento do segundo tempo. Imediatamente, toda a comissão técnica junto ao elenco do Santos teve que sair às pressas de campo com auxílio de escolta de agentes de segurança pública e do staff santista.
Nesta quinta-feira (22), o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva se manifestou da seguinte forma perante o ocorrido: “O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, José Perdiz, acatou o pedido da Procuradoria do órgão e determinou na tarde desta quinta-feira jogos com portões fechados na Vila Belmiro, em Santos. A medida passa a valer de forma imediata e também proíbe a entrada de sua torcida nos jogos em que for visitante”, iniciou o primeiro trecho do texto.
Quem saí mais prejudicado com essa decisão?
Quem saí mais prejudicado com essa decisão?
0 PESSOAS JÁ VOTARAM
“O primeiro jogo da punição será no domingo, quando o Santos vai enfrentar o Flamengo com portões fechados pelo Campeonato Brasileiro masculino e feminino. A decisão tem validade por 30 dias até o julgamento do caso na primeira instância do STJD. Neste período, o Santos também não poderá ter torcida nos jogos em que for visitante. Na quarta-feira, torcedores do Santos atiraram fogos de artifício no gramado. O árbitro Leandro Pedro Vuaden encerrou a partida aos 44 minutos do segundo tempo. Os jogadores do Santos também tiveram problemas para deixar o campo. Torcedores continuaram jogando objetos no campo. A equipe só conseguiu chegar aos vestiários com a proteção de seguranças”, publicou o STJD em nota.




