O ataque ao ônibus do São Paulo, que aconteceu no sábado, no caminho para o Morumbi, antes do confronto contra o Coritiba ainda repercute nos bastidores do clube.
Um funcionário que trabalha no clube é investigado de passar informações da rota do ônibus aos torcedores que fizeram o ataque.A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso.
O que mais chama a atenção no ataque é que o ônibus seguiu uma rota incomum para ir ao Estádio do Morumbi. A rota que usaram foi considerada o “Plano C”, justamente por medo de ataques aos caminhos mais comuns.
No local do ataque a polícia encontrou pedras, barras de ferros, rojões equatro bombas caseiras, que não foram utilizados e foram destruídos poruma equipe do Esquadrão de Bombas da PM.
O funcionário José Carlos dos Santos é o investigado de passar as informações da rota do ônibus, já que policiais ouviram o nome dele ser citado como o mandante do ataque quando os torcedores foram presos.
Santos se apresentou à delegacia e negou qualquer envolvimento com o caso.