Após ser eliminado nas oitavas de final da Copa do Brasil e da Libertadores, o Atlético-MG agora concentra suas esperanças no Campeonato Brasileiro. No entanto, a equipe se encontra em uma posição delicada, buscando reagir na principal competição nacional.
Sobre essa perspectiva, o técnico Felipão respondeu de maneira realista. A distância que separa o Galo da liderança, com apenas 24 pontos e ocupando o 10º lugar, em relação ao líder Botafogo, com 44 pontos, parece inviabilizar uma corrida pelo título. Além disso, a preocupação com o perigo da parte de baixo da tabela também é uma realidade que não pode ser ignorada.
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Felipão destacou que é possível sonhar com a possibilidade de brigar pelo título, mas reconhece que a presença de sete, oito ou até mesmo dez times à frente na classificação dificulta consideravelmente a tarefa. O técnico ressaltou a importância de manter os pés no chão e transmitir essa noção tanto para a diretoria quanto para a torcida. Com uma diferença de 20 pontos para o líder, a situação é comparável à luta contra o rebaixamento, onde ganhar uma partida proporciona algum alívio, mas outros times também somam pontos, tornando a missão complicada.
Até o momento, o desempenho do Atlético-MG com Felipão no comando apresenta uma vitória, cinco empates e cinco derrotas em um total de onze jogos. No Brasileirão, o time acumulou um triunfo, três empates e quatro derrotas, o que culminou na queda da equipe do G-4 para a 10ª posição na tabela.
O Galo consegue esse reverse? Ou pelo menos subir e melhorar a posição na tabela? Ou nem isso?
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O Atlético-MG encerra o primeiro turno do Campeonato Brasileiro enfrentando o Bahia no Mineirão. Diante dos tropeços recentes, Felipão revelou que a meta do clube para o fechamento deste turno é atingir um patamar mínimo de 26 ou 27 pontos, considerando as mudanças que ocorreram na equipe, incluindo a chegada do próprio treinador. O objetivo final permanece sendo o G-4, buscando uma recuperação consistente ao longo da competição.





