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Atlético-MG

“Segurei a peteca”; Éder expõe conflito de Sampaoli no Atlético; ídolo não poupa Dudamel e revela surpresa com Mohamed

Ídolo e auxiliar técnico do Galo, Éder se referiu a tempos de Sampaoli como "corredor da morte"

Foto: Reprodução GALO TV
Foto: Reprodução GALO TV

O ídolo Éder Aleixo celebrou o retorno de Cuca ao Atlético, afirmando que o treinador nem parece que ficou ausente sete meses do Galo: “É um amigo e irmão da gente”, cravou o ícono craque da história do Clube e agora auxiliar. A declaração de Éder encontra explicação pela ligação que Cuca tem com o Alvinegro, mas também pela comparação de trabalhos de técnicos que passaram recentemente pela Cidade do Galo.

Os dois profissionais que servem de parâmetro imediato para Éder são Turco Mohamed, Jorge Sampaoli e até Rafael Dudamel. Em entrevista à rádio 98 FM, o ídolo detalhou as vivencias com os três técnicos e expõe seu distanciamento por conta de Sampaoli. Sobre Dudamel, Aleixo foi transparente ao afirmar que o venezuelano teve problemas de comando: Um cara bacana, mas algumas coisas que não cabiam aqui, totalmente diferente do que víamos no futebol. A comissão dele é bacana. Mas o Dudamel, as atitudes fora do campo, o comando não era para um grupo de futebol”, revelou.

A saída de Dudamel em 2020, abriu caminho para a chegada de Jorge Sampaoli, que impôs um clima bem duro no Atlético, como por exemplo, o veto aos treinos, para pessoas que não integravam sua comissão fixa. Éder ficou distante dos trabalhos e não se esquivou ao explanar sobre o ambiente: “Sampaoli, velho… Sampaoli? Sei lá o que posso falar desse cara. Ele não falava com ninguém. A gente falava “corredor da morte”. E eu fiquei dois meses. Segurei a peteca do Luquinhas (Lucas Gonçalves), um cara fantástico. É um cara que vai se tornar um grande treinador ainda”.

Entretanto, o auxiliar e ex-jogador aborda a chegada de Turco Mohamed e sua comissão, como um fato que o surpreendeu, pois esperava que o argentino tivesse a mesma postura de seu conterrâneo Sampaoli, considerado “chato” no bastidores do Galo. Porém, as previsões de Éder não se confirmaram: “E vem essa turma aí o Turco. Totalmente diferentes os caras. Amigos, humanos. Não esperava isso por serem argentinos. Mas são espetaculares. Beijo para eles. São demais. Boa sorte a eles. Merecem”.