O ano de 2022 promete, torcedor! De volta à Série A, o Botafogo sonha em ter uma temporada “mais tranquila”. Na segunda divisão, o clube conseguiu se reestruturar e acabou levantando o título da competição. Com Enderson no comando e Freeland na diretoria, o objetivo é se manter na elite e, quem sabe, beliscar uma vaga em alguma competição sul-americana.

Foto: Alexandre Schneider/Getty Images
Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

“Enderson está confirmado sim, continuamos com ele. Entregou resultado muito expressivo e é um ser humano completamente engajado com o projeto do Durcesio Mello, tem várias conexões importantes e sinergia. Ele entendeu dessa forma, mesmo ciente dos grandes desafios. Quando viemos para o clube sabíamos que seria assim”, explicou Freeland, à Rádio Tupi.

Antes mesmo de Enderson “embalar” o Glorioso, outros nomes foram procurados pela diretoria. Lisca, que acabou fechando com o Vasco, foi um deles. No rival, o técnico não teve muito sucesso e acabou sendo demitido após uma sequência negativa de resultados. Em bate-papo com o jornalista Duda Garbi, no YouTube, o “Doido” se manifestou e falou sobre o episódio.

Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

“Não foi o que aconteceu. As pessoas acham que deixei de ir para o Botafogo para ir para o Vasco. Conversei com um monte de time, não estava com intenção de trabalhar. Sempre quis ir para Botafogo ou Bahia. Quando o Vasco veio, eu já tinha encerrado (conversa) com o Botafogo. Aí o gerente (Alexandre Pássaro) veio aqui, pegou avião, me apresentou o projeto”.

“O Botafogo é o Oyama, o Pedro Castro, um jogou na Ponte, outro no Avaí, jogaram bem para caramba, é o Diego Gonçalves… o Navarro que surgiu, bota um, dois ou três moleques. Mas não pode ter 65% do plantel de moleque. Para Série B pesa, porque o adversário, principalmente Grêmio, Botafogo, Cruzeiro, Vasco, são carro-chefe, é diferente”, completou Lisca.