Tendências:
Bolavip Logo
JOGOS DE HOJE
Siga o canal do Bolavip no WhatsApp
Santos

Intensidade, equilíbrio e ritmo: Marinho aponta caminhos para Santos vencer Palmeiras; time terá força máxima

O Peixe recebe o rival e vai em busca dos três pontos para subir na classificação, se aproximando do topo da tabela; a equipe deve ter força máxima

O Santos encara o Palmeiras na tarde deste sábado (5), na Vila Belmiro, e tem a última chance para vencer um clássico em 2020. Acumulando três derrotas e três empates nos últimos compromissos contra os rivais paulistas, o Peixe busca deixar o retrospecto ruim para trás e foca nos três pontos para subir na tabela do Campeonato Brasileiro.

A grande aposta do Alvinegro Praiano para vencer neste final de semana é Marinho. O atacante é o grande nome do clube na temporada, somando 19 gols, sendo 13 deles no Brasileirão, sendo o vice-artilheiro somente atrás de Thiago Galhardo. Em entrevista ao Lance!, o atacante indicou os caminhos para a equipe vencer o clássico.

O Palmeiras é um adversário forte, vem de uma vitória atuando com um nível alto na Libertadores. Em jogos como esse tudo pode acontecer. Temos que ter muita intensidade e equilíbrio durante os noventa minutos para vencermos. Vamos enfrentrar uma grande equipe. Precisamos impor nosso ritmo de jogo para alcançarmos os três pontos“, avaliou.

Cuca: foco total nos 3 pontos (Foto: Ivan Sartori/Santos/Divulgação)
Cuca: foco total nos 3 pontos (Foto: Ivan Sartori/Santos/Divulgação)

Elogiado por Marinho, o rival alviverde vive bom momento na temporada sob o comando do português Abel Ferreira, que não estará na beira do gramado por ter testado positivo para a Covid-19. Apesar do confronto com o Grêmio, no próximo meio de semana pela Libertadores, o técnico Cuca irá escalar força máxima diante do Palmeiras.

A única exceção deve ficar para o volante Jobson, suspenso. No meio de campo, o venezuelano Soteldo é cotado para fazer a função de camisa 10. “Não podemos deixar o ritmo cair agora. Queremos manter uma sequência positiva para entrarmos no G4 e não sairmos mais“, completou Marinho.