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Atlético Mineiro

Ex-VP do Atlético "detona" venda de Savarino e questiona dupla de estrangeiros: "Desconheço as razões"

O ex-dirigente criticou decisões tomadas pela alta cúpula atleticana, se manifestando sobre situações envolvendo três gringos

Foto: Pedro Souza / Atlético / Divulgação - Lásaro Cândido: criticou decisões da diretoria do Galo
Foto: Pedro Souza / Atlético / Divulgação - Lásaro Cândido: criticou decisões da diretoria do Galo

A diretoria do Atlético tomou decisões importantes nas últimas semanas envolvendo estrangeiros do elenco. Enquanto o atacante Savarino acabou negociado com oReal Salt Lake, daMajor League Soccer (MLS), dos Estados Unidos, o experiente Eduardo Vargas teve seu contrato renovado. Fora do Clube, o ex-vice-presidenteLásaro Cândido da Cunha criticou as ações do departamento de futebol.

Nas redes sociais, o ex-dirigente apontou desconhecer as razões para três decisões tomadas por Rodrigo Caetano, atual diretor de futebol do Galo. Na visão de Lásaro Cândido, Savarino foi negociado por um valor “irrisório”. Em 2020, oAtlético havia pagou 2 milhões de dólares por 60% dos direitos econômicos para tirar o jogador, justamente, doReal Salt Lake.

O novo negócio com o clube norte-americano foi fechado em 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 12 milhões) por 40% dos direitos – o Galo ainda manteve 20% de olho em uma negociação futura. Ao mesmo tempo que negociou Savarino, de 25anos, a diretoria atleticana resolveu renovar o contrato de Eduardo Vargas, de 32.

Foto: Pedro Souza / Atlético / Divulgação - Savarino: negociado com o futebol da MLS
Foto: Pedro Souza / Atlético / Divulgação – Savarino: negociado com o futebol da MLS

Além dos negócios envolvendo os atacantes, o ex-dirigente ainda questionou a contratação de Diego Godín. Na visão de Lásaro Cândido, o zagueiro uruguaio, de 36 anos, já está em decadência técnica. O ex-vice também criticouelogios realizados a membros da comissão técnica e deixou um recado.

Desconheço as razões etc (só palpite como qualquer torcedor), mas perder um jogador que decidia jogos por um valor ‘irrisório’; renovar com jogador caro e de um tempo (Vargas); contratar um zagueiro já na ‘descendência’ técnica, idolatrar preparador físico, técnico etc. A bola pune, departamento de futebol“, escreveu Lásaro Cândido, no Twitter.