O duelo entre Atlético e Boca Juniors, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América, segue repercutindo nos bastidores em meio a polêmicas. Mesmo após quebra-quebra no Mineirão e passar a noite na delegacia em Belo Horizonte, o clube argentino segue na bronca com a arbitragem depois de dois empates por 0x0 e eliminação nos pênaltis.

“Jogamos contra o time que, diziam, era o melhor da América do Sul. Ganhamos os dois jogos (Boca teve um gol anulado em cada jogo) e não nos classificamos“, protestou o presidente xeneize,Jorge Ameal, em entrevista àESPNda Argentina. O mandatário argentino levantou suspeitas sobre a arbitragem da Libertadores.
“Este time deve ter alguma relação com o poder. Fica evidente pelo que passou no primeiro jogo e ontem (terça, 20). Com pessoas e árbitros diferentes, ocorreu a mesma coisa duas vezes“, sugeriu o mandatário.Nas quartas de final, o adversário do Atlético será justamente o maior rival do Boca Juniors, o River Plate, que recebeu um alerta.
“Que tenham cuidado quando viajem para enfrentar o (Atlético) Mineiro. Sentimos que nos roubaram, foi o que todos viram. Todos os jornalistas opinam o mesmo sobre o prejuízo que o Boca teve. Nossos jogadores ficaram 12 horas em cima do ônibus com suas famílias perguntando o que ia acontecer“, completou Ameal.
Nas quartas de final, o Atlético começará a definir sua vida diante do River Plate na Argentina e, mais uma vez, irá mandar o segundo jogo no Mineirão. Na fase semfinal, a equipe que avançar terá pela frente o vencedor do confronto brasileiro e clássico paulista entre São Paulo e Palmeiras.