Tendências:
Bolavip Logo
JOGOS DE HOJE
Siga o canal do Bolavip no WhatsApp
Fluminense

Contrariando a maioria, Fluminense bate o pé sobre retorno dos treinos e tem apoio de rival; clube pede medidas mais severas

A grande maioria dos clubes assinou a carta emitida pela FERJ em busca de retomar as atividades o mais rápido possível

Foto: Lucas Merçon/Fluminense.
Foto: Lucas Merçon/Fluminense.

Nesta sexta-feira (8), segundo apurou o Lance!, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), emitiu uma cartapela pedindo o retorno das atividades o quanto antes. Com isso, a grande maioria dos clubes aceitou a ideia e assinou o documento. Porém, não todos.

O Fluminense e o Botafogo foram contra, e através de nota oficial, o Tricoloresclareceu não acreditar que seja o momento do futebol brasileiro dar qualquer sinalização de retorno quando o país inteiro, especialmente o Rio de Janeiro, está com extrema dificuldade de fazer a população cumprir o isolamento social necessário para reduzir o número de contaminações e mortes pela COVID-19. Além disso, reforçouque cidades inteiras começam a anunciar medidas ainda mais severas, como o “lockdown”.

Fluminense é contra o retorno das atividades – Foto: Lucas Merçon/Fluminense.

Além disso, o time das Laranjeiras informou que a posição desde o início da pandemia é de retornar aos treinos presenciais somente quando os órgãos governamentais e de saúde derem o aval para o retorno em segurança de todos os funcionários envolvidos nestas atividades.

Vale informar que aFerj publicou um nota com o apoio de 14 clubes do Rio de Janeiro, na qual é reforçado o desejo de retorno às “atividades o mais breve que lhes for possível e permitido” e que os mesmos “estão prontos para reiniciar” os treinos, neste primeiro momento, de “forma responsável, restrita, reduzida, sob vigilância, sem aglomerações ou presença de público”.

A última condição para defender o retorno das atividades é o protocolo denominado “Jogo Seguro”, enviado aos governantes e autoridades do Estado. De qualquer forma, os clubes não acham viável o retorno e devem continuar contrariando a maioria.