O empate sem gols diante do Vitória no último sábado, em jogo válido pela Copa do Nordeste, fez com que o técnico Rogério Ceni lamentasse a falta de reforços; o sinal de alerta na diretoria sobre o futuro do Leão do Pici na temporada acabou ligado. Enquanto os pedidos de Ceni não são atendidos, o treinador abusa da criativade para extrair o melhor do elenco que tem em mãos no momento.

Rogério Ceni encontra fórmula para driblar falta de reforços no Fortaleza
Rogério Ceni encontra fórmula para driblar falta de reforços no Fortaleza

Na temporada passada, o time ficou conhecido pelo esquema 4-4-2, com quatro atacantes de origem e que alternava para 4-2-4 quando a equipe estava atacando, o que rendeu ao Tricolor títulos e feitos marcantes em 2019. Porém, com perda de jogadores e sem as peças que o técnico pediu, esse modelo deve mudar nas próximas partidas.

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“Para manter o mesmo sistema de jogo do ano passado, é necessária a chegada de, no mínimo, mais dois ou três velocistas, jogadores bons, de lado, que saibam fazer a função que o Osvaldo faz, que o Romarinho faz, que o Edinho fazia. Aguardamos a chegada desses jogadores para manter o padrão. Se não, nós vamos ter que, infelizmente, trocar o jeito de jogar”, destacou Ceni após o duelo contra o Vitória.

Até o momento, o Leão teve como baixas o atacante Diego Tavares (que também atua como lateral-direito), o zagueiro Adalberto, o atacante Edinho, que retornou para o Atlético-MG e o meia Matheus Vargas. Além destes atletas, o centroavante Kieza, que fez de tudo para retornar ao Náutico. Em contrapartida, chegaram o atacante Edson Cariús, o volante Michel, o zagueiro João Paulo e o volante Luiz Henrique, do Flamengo, que chegará no clube ao término da Taça Guanabara.