Às vésperas do início da Série B do Campeonato Brasileiro, a diretoria do Grêmio segue se movimentando nos bastidores para ajustar o elenco de trabalho do técnico Roger Machado. Enquanto busca reforços no mercado da bola, como os atacantes Gabriel Teixeira e Elkeson, o Tricolor também tem a missão de reduzir seus custos mensais e debate saídas.
No começo da semana, após a conquista do pentacampeonato gaúcho, o Grêmio acertou o empréstimo de Diego Churín ao Atlético-GO. De acordo com o jornalista Eduardo Gabardo, no portal “GaúchaZH”, o salário de R$ 300 mil do centroavante argentino será dividido entre as partes, com o Tricolor seguindo responsável por 60%, ou seja, R$ 180 mil.
Já o Atlético-GO irá pagar 40% dos vencimentos mensais de Churín, o que significa R$ 120 mil. O contrato do argentino com o Grêmio termina em dezembro de 2022 e, após o encerramento, ele ficará livre no mercado da bola. Depois de encontrar um destino para o centroavante, a diretoria tricolor quer negociar mais um reserva.

Trata-se de Thiago Santos, que perdeu espaço com Roger Machado e convive com críticas da torcida. O volante também recebe R$ 300 mil por mês e, neste caso, a intenção do Grêmio é encontrar um clube disposto a pagar a totalidade do valor, visto que o camisa 5 ainda tem contrato longo, até o fim de 2023.
Nos bastidores, os empresários de Thiago Santos já se movimentam e tentam encontrar algum interessado no futebol brasileiro. Outra possibilidade estudada é o retorno para o futebol dos Estados Unidos, na metade do ano. Além da dupla, o Grêmio também quer negociar os jovensRildo, Vini Paulista, Bobsin e Pedro Lucas, a princípio por empréstimo.





