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Atlético Mineiro

Em busca do bicampeonato e a Glória Eterna: o laço de 50 anos do Atlético com a Libertadores

O Alvinegro inicia usa trajetória na competição nesta quarta-feira (6), contra o Tolima em busca do bicampeonato da edição

Libertadores 2013, Atletico-MG x Olimpia
© 870, AGIFLibertadores 2013, Atletico-MG x Olimpia
(Foto: Heuler Andrey/AGIF)

O Atlético Mineiro iniciará sua trajetória na Copa Libertadores 2022 nesta quarta-feira (6), contra o Tolima, em Ibagué, na Colômbia, às 21h. Com isso, o atual campeão do Brasileiro e da Copa do Brasil comemora 50 anos de relação com a maior competição de times da América do Sul.

Uma história recheada de polêmicas, duelos, viradas históricas, título e a busca pelo bicampeonato da competição. O Atlético chegou a ficar 12 anos sem seguidos sem saber o que era jogar a competição de 2001 a 2012. Em 2013, foi o ano do Galo, quando após 42 anos, a equipe conquistou um título de expressão, seu primeiro da competição.

Em 2013, Cuca treinava a equipe, como não se lembrar da figura emblemática no gramado com a famosa blusa de Nossa Senhora, orando em prol do time, que teve que reverter placares. O pênalti defendido por Victor aos 48 minutos do segundo tempo, contra o Tijuana, o pênalti que o tornou Santo de uma legião de atleticanos fanáticos. O Alvinegro foi campeão diante da Massa, com o Mineirão lotado, contra o Olímpia, como não se lembrar em dado momento da escorregada de Ferreyra que disparou sozinho, ficou cara a cara com o Victor e caiu? Se os Deuses do futebol de fato existem, naquele 24 de julho de 2013, todos eram atleticanos.

(. Foto: Wagner Meier/AGIF)
( Foto: Fernando Soutello/AGIF)

Mas antes de conquistar a Glória Eterna, o time mineiro passou por maus bucados, em 1972, logo após a conquista do Brasileirão de 71, o Atlético não passou da fase de grupos daquele ano. Foram seis jogos sem vencer, com cinco empates e uma derrota na ‘conta’. No Paraguai, chegou a tomar W.O, após a expulsão de cinco jogadores contra o Olímpia.

(Foto: Wander Faria/AGIF)

A situação de diversas expulsões se repetiu, dessa vez em 1981, contra o Flamengo. O jogo no Serra Dourado é lembrado até hoje como uma das maiores injustiças do futebol brasileiro, traz discussões até hoje devido à postura do juiz José Roberto Wright, foram cinco jogadores atleticanos expulsos, incluindo o craque e ídolo do Reinaldo. O Flamengo foi campeão naquela época, o Atlético somente 32 anos depois, mas o jogo serviu para acirrar a rivalidade entre mineiros e cariocas, algo que se estende até hoje.

Após alguns anos, finalmente a equipe chegou perto do título, em 2000, quando foi eliminado nas quartas de finais pelo Corinthians. Foi preciso ter paciência até a conquista em 2013, desde então, a equipe só não participou de duas edições: em 2018 e em 2020. Atualmente, a bola foi passada para El Turco, o treinador tem a missão de conquistar o único título que a equipe não ganhou no ano vitorioso de 2021.

(Foto: Wagner Meier/AGIF)

Em um retrospecto geral, o Galo participou de 12 edições da competição, com 103 jogos, 47 vitórias, 31 empates, 25 derrotas, 157 gls marcados e 104 sofridos. Na temporada 2022, será sua 13ª participação na competição. Cabeça de chave do Grupo D, sua estreia será contra o Tolima nesta quarta-feira (6), logo em seguida fará o clássico contra o América, no Mineirão e após isso, viajará até Equador para enfrentar o Independiente Del Valle.

( Foto: Fernando Moreno/AGIF)

No segundo turno da competição, serão três jogos consecutivo em Belo Horizonte. Nas edições de 2013, 2017 e 2021, o Galo foi o melhor time da fase de grupos da competição e visa fazer esse mesmo caminho, principalmente aquele que o levou a ser campeão há 9 anos. Em seu atual elenco, Réver o Capitão da América permanece no clube, além dele, Nacho Fernández também foi campeão da competição, em 2018, pelo River Plate.