Diniz abriu o jogo sobre John Kennedy
O técnico Fernando Diniz abriu o jogo sobre sua relação com John Kennedy durante sua participação no Charla Podcast nesta quarta-feira (12). O treinador, que marcou seu nome na história do Fluminense com as conquistas da Libertadores de 2023 e da Recopa Sul-Americana de 2024, revelou que gostaria de ter ajudado ainda mais o atacante, que atualmente joga no Pachuca, do México, emprestado pelo clube carioca.

Durante a conversa, Diniz destacou que sempre acreditou no potencial de John Kennedy, tanto que o colocou em campo na final da Libertadores de 2023, onde o jovem atacante foi decisivo. O jogador de 22 anos balançou as redes nas oitavas de final, quartas de final e na decisão, ajudando o Fluminense a conquistar o título inédito.
“Ele é um cara que precisa se encontrar e precisa de ajuda”, afirmou Diniz. O treinador revelou que teve inúmeras conversas com o atacante. “Conversei com o John Kennedy acho que mais de 50 vezes na minha trajetória com ele, era quase todo dia. Tem gente que eu não consigo ajudar, e eu queria ter ajudado mais ele do que consegui”, declarou.
Falou sobre a personalidade do atacante
Diniz também comentou sobre a personalidade do atacante, afirmando que, apesar das dificuldades, John Kennedy tem um coração bom. “Ele tem uma casca, mas é um cara amoroso. Ele foi um dos grandes responsáveis pela conquista da Libertadores e, em determinados momentos, as pessoas não queriam ele”, revelou o técnico.
Em 2024 o Fluminense teve um desempenho ruim no Brasileirão, brigando na parte de baixo da tabela, o que levou à saída do treinador. Após deixar o Fluminense, Fernando Diniz assumiu o Cruzeiro na mesma temporada, mas não conseguiu repetir o sucesso que teve no Tricolor e acabou sendo demitido.
Fim turbulento e idolatria no clube
Mesmo com a passagem turbulenta no fim de sua trajetória, Fernando Diniz é lembrado como um dos grandes técnicos da história do Fluminense. Suas conquistas e a forma como ajudou jogadores como John Kennedy deixaram uma marca no clube.
Agora, com John Kennedy no Pachuca, o futuro do jovem atacante de 22 anos ainda é incerto. Diniz, por sua vez, reforçou sua vontade de continuar ajudando jogadores a se desenvolverem dentro e fora de campo, acreditando no potencial do atacante para brilhar novamente.