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Atlético Mineiro

Novo aporte da família Menin no Atlético-MG vai reduzir participação de Vorcaro no clube

A fatia do banqueiro, que hoje é de cerca de 20%, deve ser reduzida para algo próximo de 5% com a mudança

Menin no Atlético-MG. Foto: Gilson Lobo/AGIF
© Gilson Lobo/AGIFMenin no Atlético-MG. Foto: Gilson Lobo/AGIF

A participação de Daniel Vorcaro na SAF do Atlético-MG deve sofrer uma queda significativa com a nova movimentação dos acionistas, segundo o portal No Ataque. O banqueiro, que enfrenta problemas após os escândalos envolvendo o Banco Master e está preso desde 4 de março, perdeu força nos bastidores do clube.

Nesse cenário, Rubens Menin e Rafael Menin, principais investidores, vão liderar uma nova capitalização na Galo Holding, empresa que controla 75% da SAF alvinegra. A iniciativa reforça o poder da família dentro da estrutura do clube.

O aporte será de R$ 500 milhões, com foco direto na redução das dívidas. Pela Lei da SAF, os demais acionistas precisariam investir valores proporcionais para manter suas fatias, o que abre caminho para a diluição de participações, incluindo a de Vorcaro.

CEO do Atlético explica

Pedro Daniel, CEO do Atlético-MG, explicou em entrevista recente ao portal No Ataque como deve ficar a situação de Daniel Vorcaro dentro da SAF do clube Alvinegro após o novo aporte da família Menin.

Novo aporte dos Menin é bom?

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“Pensando que haverá um aporte de um dos acionistas, para que você mantenha as ações tem que acompanhar o aporte. Neste caso, ele (Vorcaro) não vai acompanhar e vai se tornar um investidor irrelevante dentro da estrutura acionária do clube”, afirmou o CEO.

Caso Vorcaro

Pedro Daniel no Atlético-MG. Foto: Pedro Souza / Atlético

Pedro Daniel no Atlético-MG. Foto: Pedro Souza / Atlético

Com cerca de 20,2% da SAF do Atlético-MG, Daniel Vorcaro já investiu R$ 300 milhões no clube, divididos em dois aportes. Mesmo com os valores integralmente pagos, o empresário foi retirado do Conselho de Administração após sua prisão.

Responsável pelo Banco Master, Vorcaro foi alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro do ano passado. As investigações apontam suspeitas de irregularidades no sistema financeiro, incluindo crimes como gestão fraudulenta e atuação em organização criminosa.