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Seleção Brasileira

“Isso é muito especial”; Técnica da Seleção Feminina se emociona com homenagem na Vila Belmiro

Desde criança, Pia tem uma grande admiração pelo jogador

A Seleção Brasileira Feminina enfrenta o Canadá nesta sexta-feira (11), às 15h15. Mas na tarde da última quinta-feira (10), Pia recebeu uma grata surpresa antes do treino da Seleção Feminina na Vila Belmiro. Fã incondicional do Rei Pelé, a sueca foi surpreendida ao ser presenteada com a camisa 10 do ídolo brasileiro. No palco onde brilharam inúmeras estrelas do futebol, a treinadora não escondeu a emoção do carinho da diretoria do clube santista, representada pelo Gerente de Comunicação do Santos, Fábio Maradei.

“Preciso dizer que só por estar no Brasil há três anos vejo como o futebol me move e também os brasileiros. Agora, estar aqui nesse lugar histórico e ganhar essa camisa, foi algo que fez meu dia melhor. Isso é muito especial, eu realmente espero que amanhã a gente consiga compartilhar esse momento fantástico com muitas pessoas. Então, por favor, venham assistir porque será um jogo muito bom em um lugar histórico”, conta.

Desde criança, Pia tem uma grande admiração por Pelé. Quando o Rei conquistou a primeira Copa do Mundo, em 1958, na Suécia, ela ainda não havia nascido, mas ouviu as histórias de um menino que aos 17 anos brilhou naquele histórico Mundial. Foi o suficiente para tamanha admiração e, assim, o nome “Pelé” passou a ser uma espécie de amuleto.

Foto: Thais Magalhães/CBF | Pia Sundhage ganhou camisa do Rei Pelé
Foto: Thais Magalhães/CBF | ia Sundhage ganhou camisa do Rei Pelé

“Tenho uma história, a primeira vez que ouvi sobre o Pelé foi quando era criança e soube sobre a Copa do Mundo de 1958 na Suécia. Vi aquelas fotos e percebi o quão grande eram aqueles jogadores. Nesse meio tempo, eu ganhei um cachorro e coloquei o nome dele de Cruff, Pelé Beckenbauer. Para mim, Pelé significa muito, e uma das razões me remete quando recebi a proposta para ser técnica da Seleção Brasileira, eu apenas disse ‘sim’, porque Pelé significa o Brasil. Claro que eu pensei na Marta também”, relembra Pia.

“Quando eu tinha 6 anos de idade, não permitiam que eu jogasse bola, então tentamos mascarar isso de alguma forma. Ao invés de me chamarem de Pia, o meu técnico sugeriu que mudassem o meu nome para Pelle, que seria um nome de menino, e eu naquela época só entendia que me chamava de ‘Pelé’. Então, essa é a minha história quando comecei a jogar futebol. Então, consegue imaginar agora ganhando essa camisa não com o meu nome, mas com o nome do melhor jogador mundo e ainda neste histórico estádio, isso significa muito! Eu nunca vou me esquecer desse dia!”, finalizou.

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