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Seleção Brasileira

“Falta uma coisa”, Ex-técnico da Seleção não hesita e afirma que Diniz não está pronto para assumir equipe canarinho

Luxemburgo destacou que gosta do estilo de Diniz, mas vê falhas

Foto: Jorge Rodrigues/AGIF | Fernando Diniz
Foto: Jorge Rodrigues/AGIF | Fernando Diniz

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não definiu quem será o técnico da Seleção Brasileira. O objetivo do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, é encontrar um treinador europeu de alto nível para comandar a equipe canarinho, sendo o italiano Carlo Ancelotti, a prioridade. Apesar disso, soluções caseiras são estudadas, caso a entidade não tenha sucesso nas suas investidas no Velho Continente, entre eles está o comandante do Fluminense, Fernando Diniz.

O nome de Diniz é indicado por especialistas e até mesmo alguns jogadores da Seleção. Porém para Vanderlei Luxemburgo o treinador ainda não está preparado para assumir o comando da equipe canarinho, apesar de considerá-lo um treinador com grande potencial. “Ele chegou com um modelo diferente e consegue impor o que quer aos jogadores. Falta uma coisa. Tem de ganhar. É ótimo. Gosto dele, foi meu jogador e tem potencial para ser um grande treinador. Mas não pode achar que todos os jogadores sabem fazer o que ele quer. Tem de montar um time de acordo com o que o jogador pode apresentar.”, avaliou em entrevista ao podcast Denílson Show.

Luxemburgo ainda destacou que Diniz tem um estilo de jogo bom, mas que não se adequa a todos os momentos da partida. “Ele já perdeu jogos importantes porque cisma que o time tem de sair jogando mesmo sem espaço. Tem hora que a p** do chutão pertence ao jogo de futebol. Não dá para sair jogando? Não arrisca! O conceito do Diniz é fantástico, mas precisa entender que não dá para sair jogando em todos os momentos do jogo”, afirmou Luxemburgo.

Ex-técnico da Seleção, Luxa afirmou que Diniz ainda não está pronto para assumir a Seleção e precisa rever a parte conceitual e tática. “É um bom nome bom, mas não sei se está preparado. Em 1990 eu era um nome, mas não quis porque não estava preparado. Se perde um jogo decisivo, o questionamento vem muito pesado. Gosto dele, foi meu jogador, tem competência, é um rapaz inteligente, formado e preparado. Tem de rever essa parte conceitual, tática”, complementou.

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