Nesta terça-feira (14), o jornalista e colunista do portal Uol Esporte, Menon, publicou uma entrevista com o presidente do São Paulo, Júlio Casares, que trouxe à tona um planejamento do Tricolor para manter seu elenco em meio à crise financeira que o clube passa. A entrevista não só expôs a movimentação que está sendo planejada, como também jogou luz no tamanho dos números envolvidos na tal crise de caixa que vive o Morumbi.
Ao ser perguntado sobre investimentos no Reffis, CT do Soberano, que vem recebendo críticas, Casares respondeu: “Se não conseguirmos nada (investidores), vamos tocar com nosso dinheiro o ano que vem. Esse ano é uma agonia, o ano que vem será de reconstrução do clube”. Na sequência, o presidente abriu números e explicou a agonia: É a realidade. As causas são claras. A pandemia acabou com receita de público. Nada dos camarotes. A janela de transferência foi zero. E as dívidas, né? Só para empresários devemos mais de 100 milhões”, explicou.
O mandatário Tricolor foi perguntado sobre quais medidas tem em mente para sanar o problema. Entre marketing que envolve sócios-torcedores do clube do Morumbi, também conta com ações que impactaria o elenco, Casares explica como será importante a movimentação do São Paulo durante a próxima janela de transferências: “Precisamos vender dois ou três jogadores e arrecadar em torno de 50 milhões de euros. Vamos reconstruir”.
���� São Paulo tem aproveitamento quase 50% maior com Emiliano Rigoni e Martín Benítez titulares.
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— Somos São Paulinos (@somosaopaulinos) September 14, 2021
Contudo, nem só de saídas pode viver o Tricolor, pois ficaria sob o risco de ver o rendimento de sua equipe definhar. O jornalista questionou o mandatário sobre o fato de o Tricolor precisar de 1 milhão de dólares para ficar com Galeano e 3 milhões de dólares para ficar com Benítez. A resposta veio de forma objetiva, sucinta e direta: “Vamos negociar e jogar para abril. A ideia é ficar com os dois. Se não der, pelo menos um deles”, revelou o presidente do São Paulo.





