Em crise financeira, o Santos está impedido de registrar novas contratações e tem sete transfer bans em vigor na Fifa. Para piorar, o Peixe pode sofrer uma nova punição nos próximos dias.
Al-Markhiya pressiona Santos
Na Série B de 2024, o presidente Marcelo Teixeira acertou a chegada do atacante Yusupha Njie por empréstimo, mas o gambiano não conseguiu se adaptar ao futebol brasileiro e foi devolvido.
O Al-Markhiya, clube do jogador, alega que não recebeu nenhum valor pela negociação e já acionou a Fifa.
Após o reconhecimento da dívida pela entidade, a Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) confirmou a condenação do Alvinegro Praiano, que deve enfrentar mais um transfer ban.
Na opinião deste colunista do Direto da Redação, do Bolavip Brasil, o caso Yusupha Njie serviu para mostrar que Teixeira não aprendeu nada com os próprios erros, pelo contrário.
Na temporada seguinte, quando o Santos retornou à primeira divisão, o mandatário trouxe Billal Brahimi com um salário superior a R$ 1 milhão por mês. Assim como Njie, o argelino só deu prejuízo.
Mattos elogia gestão de Marcelo Teixeira
Apesar das críticas, há quem defende a atual gestão com unhas e dentes — como o diretor de futebol Alexandre Mattos, contratado por Marcelo após a demissão do CEO Pedro Martins.
No mês passado, o dirigente concedeu entrevista à rádio TMC e disse que Teixeira está fazendo o melhor possível.
“Estamos trabalhando para manter a casa em ordem. Isso desde quando eu cheguei há um ano e pouco. Desde quando Marcelo pegou numa situação que não tinha receita, que tinha que se virar”, afirmou.
“Na balança final, você tem que acertar mais. Os resultados mostram que o Santos vem acertando mais”, concluiu ele.





