Na última segunda-feira (2), após a derrota do Santos para o Red Bull Bragantino por 2 a 1, o diretor Alexandre Mattos soltou o verbo no Estádio Cícero de Souza Marques e criticou Edina Alves.
Mattos anuncia reclamação à CBF
Na visão de Mattos, houve pênalti em Rony no fim do confronto, mas a arbitragem mandou o jogo seguir. Ele também mencionou o polêmico clássico contra o Palmeiras, que terminou em 0 a 0.
“Além dos pênaltis, teve um lance que era segundo amarelo para o Piquerez, e claríssimo! O árbitro escolheu não dar o amarelo, tanto é que o Abel tirou o Piquerez imediatamente”, lembrou o dirigente.
“Não sei o que aconteceria (se Piquerez tivesse sido expulso), mas, com um jogador a mais para a gente, poderia acontecer de tudo. Ali, para mim, ficou claro que o árbitro escolheu não dar amarelo”, concluiu Mattos.
De acordo com o executivo, o Santos já contatou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para cobrar providências.
“Não tem como não demonstrar nossa indignação e nossa revolta, pois são dois jogos que o Santos se sente prejudicado. No lance (do suposto pênalti), ficou clara a interpretação da Edina”, finalizou.
O que aconteceu, Rodinei?
Logo no início da partida, o adversário saiu na frente após um gol contra inusitado de Rodinei, que cabeceou a bola na direção de Diógenes. Perguntado sobre o lance, Cuca defendeu o lateral-direito.
Com o tropeço em Bragança Paulista, o Peixe caiu para a 9ª colocação na tabela do Campeonato Brasileiro.
“Conversei com Rodinei para entender o que aconteceu. Ele disse que foi atrapalhado pela iluminação, um pouco mais baixa, e ele não viu a bola. Fez o gol contra”, explicou o comandante.
“O adversário sabe jogar na transição e era tudo que eles queriam sair na frente. Mesmo assim, demos poucos lances de contra-ataque. Tivemos o comando do jogo”, completou Cuca.





