Neste início de temporada, alguns jogadores que estavam emprestados pelo Santos acabaram retornando à Baixada. Rafael Longuine, Rodrigão e Copete viraram reforços caseiros, mas foram negociados logo depois. A grande maioria deles já saiu, como Sabino, hoje no Sport, de Recife. Alguns ainda não definiram seu futuro – caso de Felippe Cardoso.

- Santos pode ter concorrência do Flamengo por Claudinho
- Vojvoda sofre pressão no Santos antes de clássico
O atacante está emprestado e, segundo o jornalista Lucas Costa, não está nos planos de Carille. O Vegalta Sendai-JAP, clube que ele defende, pretende adquirir o jogador em definitivo após o término de sua estadia, em janeiro de 2022. Felippe nunca se firmou no Peixe e foi solicitado por Cuca, em 2018. Chegou a jogar em outros clubes no Brasil, mas também não brilhou.
Seu vínculo com o Alvinegro é válido até outubro de 2023 e, se quiser manter Felippe, o time japonês terá que desembolsar 1 milhão de dólares (R$ 5,6 milhões, na cotação atual). Este foi o valor fixado pelo Santos quando o contrato entre clube e jogador foi firmado. Pelo Santos, Cardoso disputou só 11 partidas e marcou um único gol. No Flu, foram 27 jogos e três bolas na rede.

Foto: Ivan Storti/Santos FC
Rueda, em entrevista recente no portal “Meu Peixão”, falou sobre o momento financeiro da equipe: “Eu convido todo mundo, vê se alguém aparece. Está aberta a porta da minha sala. Vem ver como estamos. Não existe disso de passa mão no telefone. Entrou muito dinheiro para tentar salvar, como vocês acham que nossa folha está em dia? Por que as contas estão sendo pagas?”.
“O Rueda não chora as pitangas (sobre sempre falar sobre dívidas). Vocês que colocam na cabeça que eu estou chorando. Vocês fazem perguntas que eu preciso dar explicações. Não adiantar chorar com ‘eu gostaria de ter tal jogador com R$ 1 milhão de salário’, porque não foi lá e trouxe o Roger Guedes? O nosso clube está quebrado”, completou.









