Na última quarta-feira (25), uma situação inusitada marcou a vitória do Palmeiras sobre o Fluminense por 2 a 1. Vitor Roque e Allan marcaram para o Alviverde, enquanto Lucho Acosta fez o gol do Tricolor. O que chamou atenção foi o fato de que o clube paulista deu a saída de bola em ambos os tempos da partida.

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De acordo com a regra do IFAB (International Football Association Board), “a equipe que escolheu a meta que prefere atacar no primeiro tempo executará o tiro de saída no início do segundo tempo”. A única penalidade prevista ocorre quando o jogador que faz a saída de bola toca nela novamente antes de qualquer outro jogador, caso em que deve ser marcado um tiro livre direto.
Segundo o jornalista Gabriel Fuh, essa situação foi um erro na aplicação da regra, mas, mesmo assim, a partida não deve ser anulada por conta disso. Vale destacar que esse tipo de erro poderia levar à anulação do jogo, mas, neste caso, não houve prejuízo ou impacto direto causado pelo erro.
Será que a partida deveria ser anulada por causa desse equívoco?
Para que uma partida seja anulada, é preciso haver um prejuízo claro e de grande impacto. O comunicado usou como exemplo um gol marcado pelo Palmeiras que poderia ter saído justamente dessa saída de bola irregular no segundo tempo. Essa situação poderia ser usada como argumento para a anulação do jogo.
Por outro lado, o erro não causou prejuízo direto e ninguém reclamou ou protestou em campo. Os próprios jogadores não perceberam a irregularidade na hora, o que dificulta ainda mais uma justificativa para anular a partida.
Ficou o alerta em campo
Durante a coletiva após o jogo, o técnico Abel Ferreira comentou sobre o ocorrido e deixou um alerta importante. Ele destacou que quem luta por títulos não pode cometer esse tipo de vacilo.

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“O nosso adversário criou bastante, e nós também. Na minha opinião, entramos forte no jogo, mas sofremos um gol que não poderíamos ter tomado. Quem quer ser campeão não pode sofrer esse tipo de gol. Foi um lance que acabou tirando nossa confiança”, afirmou Abel.








