O Palmeiras sabia que seria extremamente importante chegar ao Morumbi com a atenção redobrada, visando conquistar os 3 pontos no Choque-Rei para seguir com moral no Campeonato Brasileiro e não deixar o Botafogo disparar na liderança. Os cariocas, que enfrentaram o Fortaleza, não deslizaram e conseguiram a 8ª vitória na competição.
No entanto, o Verdão também não decepcionou: mesmo sofrendo uma certa pressão do São Paulo em alguns momentos, a equipe comandada por Abel Ferreira soube ser efetiva, aproveitando 2 vacilos de Arboleda e fazendo 2 a 0 no placar. A questão é que o resultado em si não foi o que mais chamou a atenção durante os 90 minutos.
Conforme publicou o portal UOL Esporte, o comentarista Breiller Pires, da ESPN, durante o “Linha de Passe” do último domingo, (11), falou sobre o “embate” entre o técnico português e Calleri, que se estranharam na beira do campo após o centroavante empurrar um palmeirense, ficando “testa a testa” e recebendo cartão amarelo.

Foto: Alan Morici/AGIF – Calleri foi pivô da confusão com o técnico do Palmeiras.
“Vejo que o Abel se sente autorizado a cruzar algumas linhas. Não é nem a reprimida do torcedor, porque ele é um ídolo, agora, quando, por parte da diretoria, ele sobe esse tom, e o que acontece é endossar, ele se sente autorizado a cruzar essas fronteiras e, para mim, o Palmeiras concede uma licença para o Abel ser babaca“, iniciou, completando:
“O Abel já demonstrou que é um profissional muito competente e uma pessoa íntegra, mas em algumas circunstâncias ele é babaca, como foi babaca quando tirou o celular das mãos de um profissional de imprensa, como foi babaca hoje com o Calleri“, opinou o jornalista, que não parou por aí:
Abel merece todas essas críticas?
Abel merece todas essas críticas?
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O Abel é um babaca mesmo, verdade seja dita!
— Erlan Jesus (@ErlanJesus7) June 12, 2023
Um babaca que escreve um livro após fazer em meses algo que alguns não passaram perto nem em anos, publica esse livro numa editora mais simples pra ajudar a mesma, pega a renda milionária e doa. pic.twitter.com/4DHUEfZpPj
“Essa cena, para mim, é inadmissível para um treinador, porque entra num espaço que não é dele. […] Isso daí é inaceitável para quem está numa posição de comando. Não há uma interação possível entre treinador e jogador adversário, seja com provocação, com peitada, muito menos com agressão. Não foi o caso do Abel, mas dependendo da reação do jogador, poderia acabar nisso”, finalizou.





