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"O que ele fez..."; Abel Ferreira 'sai da casinha' após empate do Palmeiras e faz desabafo polêmico sobre arbitragem

O técnico aproveitou a coletiva pós-jogo para expressar sua revolta sobre a decisão do árbitro durante o empate contra o Atlético-MG

Após oempate por 0 a 0 com o Atlético-MG, neste domingo (5), pelo Campeonato Brasileiro, o técnico doPalmeiras,Abel Ferreira, não poupou críticas sobre a arbitragemda partida e fezdesabafo explosivo sobre a atuação do juizWilton Pereira Sampaio. O motivador para o discurso foi um cartão amarelo aplicado ao treinador por reclamação, após pedir que o árbitro marcasse falta durante o jogo.

Marcello Zambrana/AGIF. Abel Ferreira chega ao limite e desabafa sobre 'perseguição' de arbitragem contra o português
Marcello Zambrana/AGIF. Abel Ferreira chega ao limite e desabafa sobre 'perseguição' de arbitragem contra o português

Abel também expressou grande revolta com o fato de que nenhum jogador da equipe adversária sofreu a mesma advertência após xingar o bandeirinha. “Eles (árbitros) fazem o melhor que sabem e o que podem. Eu só fico bravo porque, para mim, ele deu um amarelo quando eu disse que foi falta. Mais nada! E ele veio com aquela arrogância toda e me deu o cartão. Depois, os do Atlético-MG xingaram o bandeirinha e ele não teve a coragem de dar o amarelo“, alegou.

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O técnico português não parou por aí e apontou intencionalidade do árbitro na punição dada a ele. “Aí realmente começo a sentir que é perseguição. Sinto-me perseguido pelos árbitros brasileiros, especialmente por este senhor (Wilton Pereira Sampaio). Não tenho nada contra ele, mas hoje senti intencionalidade na ação dele“, seguiu.

Eu não quero que nos ajudem, só não quero que nos prejudiquem. Ele não marcou falta no Piquerez, depois não marcou no Rony. Então, eu pergunto: aonde estão os critérios? E o 4º árbitro só me fala: ‘É o Wilton, é o Wilton, é o Wilton…‘. Não quero que os árbitros sejam protagonistas, eles não têm que ser. Não gostei da forma que ele me deu amarelo, e ele tinha que ter dado o amarelo para o jogador que fez a falta, não para mim“, reclamou Abel Ferreira.

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O português seguiu o desabafo sincero após ser questionado sobre os motivos de se sentir perseguido pelos juízes. “Não sei (por que sou perseguido). Esse é seu trabalho (do jornalista que perguntou): é ver, falar e mostrar as imagens. Vejam o que falei, veja o que os jogadores do Atlético falaram para o bandeirinha. Vocês (jornalistas) gostam de polêmica, e hoje eu vou dar: hoje, foi intencional. O que ele fez hoje foi intencional“, repetiu.

Vejam o que eu disse e como eu estava quando falei com o Sr. Wilton, e o que os jogadores do Atlético falaram três minutos depois. Xingaram de cima a baixo, e ele não teve coragem para dar o amarelo. Se deu o amarelo ao treinador do Palmeiras, tinha que dar para eles“, finalizou o treinador alviverde.

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