Um dos treinadores mais vitoriosos da história do Palmeiras com menos de dois anos à frente do clube, Abel Ferreira já tem um lugar especial no coração de muitos torcedores do alviverde paulista. Com títulos estaduais, nacionais e internacionais, o português trilha um caminho de sucesso no futebol brasileiro. Por outro lado, quase foi “barrado” e sequer veio ao país depois de desentendimentos familiares.

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Em entrevista ao canal Coache’s Voice, do YouTube, o comandante palmeirense revelou que. Se dependesse dos seus pais e de sua esposa, ele não teria deixado a Europa, onde estava trabalhando naquele momento. No relato, Abel deu detalhes sobre os bastidores e os empecilhos que precederam a troca do PAOK, da Grécia, que havia acabado de bater o Benfica de Jorge Jesus, pelo Palmeiras.
“Meus pais disseram: ‘Não vás! Não vás! Não vás!’. A minha mulher disse: ‘Não vás! Não vás! Não vás!’ Eu disse-lhe: ‘Se tu gostas de mim, vais continuar a gostar, mas eu vou’”, revelou o treinador. Segundo ele, ninguém da sua família queria que ele viesse ao Brasil, e ele mesmo ressaltou que a média de tempo de cargo dos treinadores no país é muito baixa, mas disse que agiu por convicção.
“Fui contra toda a minha família. Ninguém queria que eu viesse. Ninguém. Eu vim, única e exclusivamente por convicção própria. Mesmo sabendo que a média de permanência dos treinadores no Brasil são três meses”, completou o português. Abel Ferreira chegou ao Verdão em novembro de 2020 para substituir Vanderlei Luxemburgo, depois de negociações frustradas com o espanhol Miguel Ángel Ramirez.








