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Jogos Olímpicos

'Não podemos perder o foco em nenhum momento', analisa zagueira da Seleção

Em sua quarta edição de Jogos Olímpicos, Érika comenta sobre a força do Canadá, adversário nas quartas de final da comepetição

A zagueira Érika é um dos exemplos de experiência e confiança para a nova geração que está chegando na seleção. A atleta, que disputa sua quarta olimpíada, esbanja confiança e serenidade para o decorrer dos Jogos Olímpicos, que chega a fase de mata-mata. Mas, em entrevista coletiva, a jogadora prega respeito à próxima equipe adversária.

Érika sabe da dificuldade, mas acredita na vitória do Brasil contra o Canadá (Foto: Getty Images)
Érika sabe da dificuldade, mas acredita na vitória do Brasil contra o Canadá (Foto: Getty Images)

“Enfrentar o Canadá é sempre duro. Sabemos da qualidade que aquela seleção tem, e individualmente elas têm jogadoras que desequilibram. Mas também sabemos da qualidade que temos do nosso lado, e é fundamental a gente acreditar no nosso trabalho. Temos muitos vídeos do passado, temos vídeos recentes, sabemos como elas jogam, mas futebol é futebol. Não podemos nos desconcentrar e perder o foco em nenhum momento do jogo, não pode bobear, fechar os olhos para nada, e os detalhes vão ganhar cada partida. Iremos para o jogo super concentradas e o objetivo é ganhar, não existe outro objetivo além de fazer isso e bem feito. Temos uma proposta de jogo e, do outro lado, elas terão trabalho também”, projetou Érika.

E, apesar de exaltar toda a equipe canadense, a zagueira do Brasil parece ter uma preocupação extra como atleta em especial. Trata-se da atacante Christine Sinclar, artilheira do Canadá, que briga gol a gol para superar as brasileiras Marta e Cristiane no ranking de maiores artilheiras das Olimpíadas. Apesar disso, o retrospecto recente – desde a Era Pia – é positivo. São quatro jogos, com duas vitórias e dois empates.

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Érika em ação nesses Jogos Olímpicos

Érika em ação nesses Jogos Olímpicos (Foto: Getty Images)

“Sabemos que a equipe do Canadá vem com gás e vontade. Até passei ali do ladinho e a Sinclair, tava ali, me deu um tapinha nas costas, disse ‘oi, Kika!’, que é como ela me chama, e deu uma piscadinha. E eu só pensando ‘olha, se eu jogar, mulher, não vou te deixar fazer nada’. A gente não comenta sobre o recorde, nunca conversei com as meninas nesse sentido, mas a Cris pode me pagar um jantar se ela quiser, a Marta também, para eu segurar a Sinclair se eu for jogar. Brincadeiras à parte, sabemos que ela é uma excelente jogadora, gosto muito dela, já joguei contra várias vezes e já joguei com ela, sei da qualidade que ela tem. Mas do nosso lado também tem e estamos correndo atrás para isso, para não permitir que ela pense muito e execute seu melhor futebol, que é tão bonito, contra a gente”, enfatizou a atacante, com bom humor.

Brasil e Canadá se enfrentam nesta sexta-feira (30), às 5h (horário de Brasília), no Estádio de Miyagi.

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