Nesta terça-feira (9), a diretoria do Fluminense se aproximou de quitar tudo o que está pendente com o elenco. O clube devia pagamentos como o 13º salário de 2020, 20% restantes dos salários de março do ano passado, 50% de abril, um terço das férias tiradas e os direitos de imagem de dezembro e janeiro. O acordo feito com os jogadores é decorrência da queda de receita por conta da pandemia de Covid-19.
Um dos trunfos que a diretoria ganhou para pagar os atrasados é a premiação do Campeonato Brasileiro. O Fluminense terminou a edição de 2020 em quinto lugar, com 64 pontos, e foi à fase de grupos da Libertadores por conta do título do Palmeiras na Copa do Brasil. O clube recebeu cerca de R$ 26,4 milhões da CBF.
Ainda faltam serem acertados o salário CLT e os direitos de imagem de fevereiro de 2021. O acordo feito em 2020 pelo presidente Mário Bittencourt tratava da redução dos pagamentos de março a junho, para minimizar o forte impacto financeiro por conta da pandemia de Covid-19.
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— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) March 9, 2021
Caso a diretoria não pague o que foi combinado com os jogadores, ela teria que pagar o restante do salário que seria depositado se não houvesse a paralisação. Segundo o site GE, o clube quitou o dinheiro referente à premiação pela classificação à Copa Libertadores, a qual não fazia parte do acordo.
O Fluminense ainda não venceu na temporada de 2021. São duas derrotas até o momento pelo Campeonato Carioca, a última para a Portuguesa, por 3 a 0, com um time inteiramente reserva. No próximo domingo, a equipe enfrenta o Flamengo, em jogo que deve marcar a estreia do técnico Roger Machado.




