A campanha de Julián Álvarez na Copa do Mundo aumentou ainda mais seu valor de mercado, mas não alterou os planos do Atlético de Madrid. Mesmo após o vice-campeonato da Argentina, derrotada pela Espanha na final, a diretoria colchonera mantém a decisão de não negociar o atacante nesta janela de transferências.
O posicionamento foi reforçado publicamente pelo CEO do clube, Miguel Ángel Gil, que voltou a descartar qualquer possibilidade de venda. Segundo o dirigente, o Atlético considera Julián uma peça inegociável para o projeto esportivo e não pretende abrir conversas nem mesmo diante de propostas milionárias.
A postura do clube também serve como resposta ao interesse do Barcelona, que busca um substituto para Robert Lewandowski e mantém o campeão mundial de 2022 entre os principais alvos para reforçar o ataque.
Copa valorizou ainda mais o argentino
Mesmo sem conquistar o bicampeonato mundial, Julián Álvarez saiu da Copa do Mundo com sua cotação ainda mais elevada. O atacante foi um dos nomes importantes da campanha argentina até a decisão e despertou novamente o interesse de gigantes do futebol europeu.
Nos bastidores, porém, o Atlético entende que a valorização apenas reforça a importância do jogador dentro do elenco e não muda a estratégia da diretoria para a temporada.
A avaliação interna é de que Julián será uma das referências do ataque nos próximos anos, motivo pelo qual o clube não pretende sequer discutir uma transferência.
Atlético fecha as portas
Miguel Ángel Gil foi enfático ao comentar o assunto e garantiu que o Atlético recusaria propostas de qualquer valor. O dirigente afirmou que o argentino é o centroavante ideal para o clube e que o planejamento passa pela permanência do jogador.
Com contrato até junho de 2030 e multa rescisória de 500 milhões de euros, Julián Álvarez segue tratado como um dos pilares do projeto esportivo do Atlético de Madrid. Assim, mesmo valorizado após mais uma Copa do Mundo de destaque, a decisão permanece inalterada: o atacante não está à venda.





