Um levantamento realizado pelo Ge, por meio do Gato Mestre, escancara o momento vivido pelo Grêmio no início do Campeonato Brasileiro Série A de 2026.
Sob comando do técnico Luís Castro, o time soma 40% de aproveitamento nas nove primeiras rodadas, número que o próprio treinador classificou como insuficiente.
A análise coloca o Grêmio no mesmo patamar do Red Bull Bragantino, de Vagner Mancini, que apresenta exatamente os mesmos números até aqui. Dentro do recorte de equipes que mantiveram seus treinadores desde o início da competição, apenas Corinthians, Internacional e Mirassol aparecem com desempenho inferior.
Comparação com rivais amplia pressão
Se por um lado o Grêmio se distancia da parte mais baixa da tabela, por outro também fica longe dos protagonistas. Clubes como Palmeiras, Fluminense e Bahia lideram o ranking de aproveitamento, todos com números significativamente superiores.
O trabalho de Luís Castro no Grêmio é realmente fraco?
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O recorte evidencia um cenário intermediário para o Grêmio, distante da briga pelas primeiras posições e ainda pressionado por resultados irregulares, principalmente fora de casa, onde o time ainda não venceu.
Início de 2026 fica abaixo de temporadas recentes

SP – BARUERI – 02/04/2026 – BRASILEIRO A 2026, PALMEIRAS X GREMIO – Luis Castro tecnico do Gremio durante partida contra o Palmeiras no estadio Arena Barueri pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
A comparação com anos anteriores reforça a queda de desempenho no início do campeonato. Em 2023, com Renato Gaúcho, o clube teve 62% de aproveitamento nas nove primeiras rodadas, cenário bem mais competitivo.
Já em 2024, o índice foi de 22%, enquanto em 2025, sob comando de Mano Menezes, o Grêmio iniciou com 48%. O número atual, portanto, coloca a equipe em um ponto intermediário recente, mas ainda aquém do esperado.
Apesar disso, o desempenho geral de Luís Castro no clube apresenta leve evolução em relação ao último trabalho, com 50% de aproveitamento em 20 jogos, superando o índice final de Mano Menezes, que deixou o cargo com 46%.





