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“Teve muito antijogo”; Guto não se cala e rasga o verbo sobre arbitragem no duelo contra o Azuris

Técnico avaliou o fraco desempenho do Bahia, mas demosntrou equilíbrio ao expor expectativas para a segunda partida, que acontece em maio, no Paraná

Nesta terça-feira (19), o Bahia recebeu o Azuris na Arena Fonte Nova para o primeiro confronto da terceira fase da Copa do Brasil. O Esquadrão não teve um bom desempenho, com um rendimento abaixo do que se espera do Tricolor dentro de casa. No primeiro tempo, o time de Guto Ferreira esteve melhor, mas na etapa final, perdeu o poder de criar.

Após a partida, o comandante do Esquadrão ponderou a preocupação com o resultado e detalhou os problemas encontrados pela equipe: “Acho que [o time] errou finalizações. Atrasou um pouco a decisão final o que permitiu uma cobertura deles. Custou algumas bolas que o goleiro defendeu ou que eles acabaram desviando com o comportamento de sete, oito jogadores dentro da área. Com certeza vai ter alguns times que vão ter esse comportamento. O fato de não ter feito um gol hoje não quer dizer que a gente não pode fazer com outro adversário a mesma postura. A equipe empurrou o adversário, jogou em cima do adversário, teve dificuldades próximo à área. O Jacaré cabeceou duas ou três bolas. Isso é treino, é posicionamento”, explicou Guto.

Guto se disse insatisfeito por conta do placar, mas demonstrou esperança e equilíbrio ao analisar as chances que o Bahia tem para se classificar na competição: “Eu acho que eu não saio satisfeito porque eu queria o resultado. Mas não saio triste e nem preocupado porque a gente sabe que a postura da equipe lá é igualzinha, mas nós temos que superar, isso é Copa do Brasil. A gente tem que jogar assim e tem que engolir todo o antijogo que teve, o pênalti não marcado, na hora dos acréscimos dar dois, três minutos. Vamos seguir trabalhando para fazer cada vez melhor”.

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O técnico do Esquadrão não se calou sobre a arbitragem, que gerou polêmica em um lance que, segundo o técnico, deveria ser marcado pênalti:

“Se o juiz apita pênalti, talvez essa pergunta não tivesse sido feita porque aí teria o gol. Teve muito antijogo e numa arbitragem mais rígida, essa sequência de faltas resultaria em cartões amarelos. Com todo o antijogo do goleiro ele veio dar amarelo para o goleiro aos 15 do segundo tempo. Enquanto a questão do jogo, eu acho que nós criamos para a bola entrar. A gente podia ter feito o gol, podia ter tomado o gol. A gente terminou o jogo com o Ignácio desgastado e tudo isso faz parte do contexto, da nossa preparação que vem sendo boa. E eles estavam treinando só e nós corremos muito mais que eles. Em termos de jogo, faltou o gol. Logico que eu queria jogada mais claras, mas como é que eu vou ter com oito jogadores dentro da área. Nós acabamos não batendo ou sofrendo a penalidade que o juiz não deu. Parabéns para eles que conseguiram nesses primeiros 90 minutos o objetivo dele”.

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