O lateral-direito Jonathan, revelado no Cruzeiro e com passagens por grandes clubes no Brasil e na Europa, está livre no mercado da bola. Desde que teve seu contrato rescindido com o Athletico-PR, no último mês de março, o defensor, de 35 anos, que defendeu o Cabuloso por 10 anos, sendo seis no profissional, aguarda uma definição para o futuro de sua carreira.

- Jogos de hoje (14/03): Botafogo x Flamengo e rodada cheia na Europa
- Os assuntos que agitaram o futebol nos últimos dias
Na última terça-feira (23), o medalhão participou doprogramaBastidores, da Rádio Itatiaia, e avaliou um possível retorno ao Cruzeiro.”Por mim não é descartado, mas eu não sei pelo clube. Para mim não chegou nada do Cruzeiro“, afirmou Jonathan, que demonstrou estar acompanhando os passos da diretoria celeste nos últimos meses.
“Eu sei que o Cruzeiro vem vivendo um período que estão buscando contratações, não sei se estão buscando lateral com o meu perfil, jogador mais experiente, que pode estar agregando para os jovens e também na parte técnica, não sei se é esse perfil que estão buscando. Sei que eles têm o Cáceres, só tem ele e algum outro da base. A princípio, não sei se estão procurando lateral-direito. Para mim não chegou nada do Cruzeiro“, adicionou.

Jonathan: disputou a última temporada no Furacão (Foto: Robson Mafra/AGIF)
Tricampeão mineiro pelo clube, Jonathan soma 240 jogos com a camisa celeste e não esconde a tristeza pelos momentos que o Cabuloso vem ultrapassando.“Fico bem triste com toda essa situação que o Cruzeiro vem vivendo e também pelos torcedores. Tive muitos anos no clube, fui criado lá dentro e sei da grandeza do clube“, lamentou.
O lateral ainda avaliou o árduo caminho para o clube voltar às glórias.“É um momento bem complicado, os dirigentes que lá estão têm que fazer um trabalho muito bem feito para o Cruzeiro voltar ao patamar que nunca deveria ter saído (…)Tem muitas pessoas querendo ajudar o Cruzeiro a voltar ao patamar, mas a gente sabe que, pelo tamanho do estrago que foi feito, é uma coisa difícil de acontecer. A não ser que tenha muita competência dos atletas e da comissão técnica e também do torcedor, que possa empurrar o clube mesmo à distância”, completou.









