A gestão do presidente Julio Casares no São Paulo segue focada em um dos seus principais objetivos, que é reduzir a dívida do clube. Visando alcançar a meta, o Tricolor não vem impondo dificuldades para liberar jogadores que tenham um alto custo e não integrem o planejamento do técnico argentino Hernán Crespo para a sequência da temporada 2021.

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Nesta semana, o São Paulo liberou Tchê Tchê para o Atlético-MG. O volante, de 28 anos, disputou 58 partidas no último ano, mas perdeu espaço em 2021. A chegada ao Galo é um pedido do técnico Cuca, que tem confiança no jogador e já havia solicitado a sua contratação tanto no Morumbi quanto no rival Palmeiras.
A saída de Tchê Tchê do São Paulo terá um impacto imediato nas contas e a situação pode melhorar ainda mais em caso de venda, conforme a reportagem do “UOL Esporte“. O Atlético-MG, que fechou com o volante até maio de 2022, irá assumir a totalidade dos salários do volante. Ao todo, entre remuneração na CLT e direitos de imagem, o jogador tem um custo de R$ 6,2 milhões por ano.

Tchê Tchê: de saída do Tricolor (Foto: Pedro H. Tesch/AGIF)
No acordo, também ficou acertado que o Galo terá que pagar R$ 500 mil depois de que Tchê Tchê completar 25 partidas oficiais. Além disso, ao término do contrato, que terá a duração total de 14 meses, o clube mineiro terá a opção de comprar Tchê Tchêpor 3,5 milhões de euros (R$ 23,41 milhões na cotação atual) – do valor, serão abatidos os R$ 500 mil pela meta de jogos.
O São Paulo, conforme o “UOL”, ainda tem uma dívida pela contratação do volante junto aoDínamo de Kiev, da Ucrânia.Em março de 2019, o Tricolor se disponibilizou a pagar 5 milhões de euros (R$ 22 milhões, na conversão da época). A diretoria, entretanto, não seguiu o combinado e viu o débito aumentar por conta da desvalorização da moeda brasileira.









