O quinto dia da Copa do Mundo no Qatar promete, principalmente aos brasileiros que anseiam a estreia da Seleção Brasileira no torneio, finalmente a espera acaba nesta quinta-feira (24). A Canarinho entra em campo contra a Sérvia, às 16h, de Brasília. Além da Seleção, Portugal e Gana também entram em campo, às 13h, pelo Grupo H do torneio. Um jogador em especial chama a atenção na Seleção Portuguesa, mais precisamente um meio-campista. Trata-se de Otávio, um brasileiro naturalizado português que poderá bater marca histórica na Copa que somente outros dois brasileiros têm: Júnior e Mazinho.

Otávio é da Paraíba, ambos citados também, eles fazem parte de um grupo seleto se quatro paraibanos que disputaram a Copa do Mundo, o jogador da Seleção Portuguesa pode alcançar e superar até mesmo Júnior, o único entre eles que marcou um gol no Mundial, além de tentar repetir o feito de Mazinho, o único que sagrou-se campeão entre eles.

 


Além dos citados, Hulk jogador do Atlético Mineiro também entra na lista e disputou a Copa de 2014, no Brasil. Índio também segue a mesma linha e disputou a Copa de 1954, Júnior disputou a de 1982 e 1986, Mazinho a de 1994. Entrando em campo hoje, o luso-brasileiro poderá elevar ainda mais o nome do seu estado se tratando de Copa. 

A Copa do Qatar e vigésima segunda de toda a história a ser disputado, nesse numero, o estado da Paraíba esteve em cinco, ao todo são 23 jogos disputados ate aqui, com um título conquistado em 1994, nos Estados Unidos e um gol marcado contra a  Argentina, na Espanha, o aproveitamento geral é de 71%.  Júnior é oque mais tem jogos nessa questão, são 10 partidas ao todo.

 


Cada um deles tem seus números pessoais: Índio atuou na Copa de 1954, disputada na Suíça, entrando em campo apenas uma vez, na derrota por 4 a 2, para a Hungria. Júnior é lembrado pelos feitos no Flamengo, convocado por Telê Santana esteve presente em 10 jogos. Em 1982, foi acionado em cinco partidas, marcando o gol contra a Argentina. Quatro após, no Mundial do México, Telê novamente convocou o Maestro, ele participou de mais cinco jogos e viu o Brasil ser eliminado pela França nas quartas de final.

 

Em 1994, nos Estados Unidos, Mazinho foi chamado por Parreira. Na época, ele que atuava pelo Palmeiras e já tinha se tornado lendário com a camisa do Vasco, sagrou-se ao ‘barrar’ Raí, o camisa 10 do tetra. O atleta atuou em seis jogos, apesar de não ter marcado um gol, foi um nome importante para o esquema que garantiu ao Brasil o título e proporcional a icônica imagem de Galvão Burgos comemorando “É Tetra!”

 

 

Vinte anos se passaram, a Copa de 2014 tinha o Brasil como sede e dessa vez foi a vez de Hulk levar o protagonismo. Ele foi titular na equipe de Felipão, esteve presente no fatídico dia do 7 a 1, a goleada sofrida pelo Brasil contra a Alemanha. Oito anos após, Otávio entra com o ‘peso’ de carregar o nome da Paraíba e do legado desses jogadores, a diferença é que ele estará jogando com a camisa vermelha e verde, de Portugal e não da nossa verde e amarela.

 

 

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