A Seleção Brasileira segue em busca dos nomes que vão formar o grupo que vai em busca do hexacampeonato na Copa do Mundo da América do Norte. Há poucos meses da convocação final, a disputa está acirrada e um novo nome entra com força na concorrência para ocupar uma vaga no time de Carletto. Trata-se de Léo Pereira, zagueiro do Flamengo.

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O xerifão da zaga Rubro-Negra entro no radar de Ancelotti por conta de um atributo desejado pelo treinador italiano. Isso porque o técnico da equipe Canarinho quer um zagueiro canhoto.
Segundo informação do jornalista Pedro Ivo, também reverberada no portal Coluna do Fla, o futebol Léo Pereira agrada muito o técnico da Seleção e, após testar Murillo, do Nottingham Forest (ING), e Lucas Beraldo, do PSG (FRA), chegou a vez de Léo Pereira ser chamado.
Na prancheta da seleção, Léo Pereira entra como plano B. É o canhoto disponível para o caso de Gabriel Magalhães, titular do Arsenal e da esquerda, não estar à mão. Nada de protagonismo, por ora. Mas o futebol tem dessas ironias: quem espera no banco, às vezes, acaba entrando na história. Para o zagueiro rubro-negro, pode ser a brecha — aquela chance longamente imaginada e que, como ele mesmo já contou, parecia sempre adiada.
Léo Pereira tem histórico na base da Seleção, mas jamais foi lembrado na principal
“Eu fico incomodado (em não ser convocado). Quando vejo que estou preparado, pronto e fazendo as coisas acontecerem, fluírem e estou no melhor momento da carreira… falei em uma entrevista esses dias: o que posso fazer a mais? O que falta?”, desabafou Léo Pereira em novembro de 2025.

Léo Pereira em ação pelo Flamengo – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
Canhoto, zagueiro e rubro-negro, ele carrega um currículo curioso: foi esquecido pelas listas da Seleção principal. Em compensação, virou figurinha repetida nas convocações de base — vestiu a camisa do Brasil no sub-17, depois no sub-20. A porta de entrada sempre esteve aberta; a da sala principal, até aqui, permaneceu fechada.
Laterais são preocupações para Carlo Ancelotti
Contudo, ainda sobre o sistema defensivo, o grande desafio de Ancelotti está nas laterais. Depois de anos com nomes como Cafú e Roberto Carlos cobrindo as alas com maestria, o Brasil hoje não tem nenhum atleta da posição consolidado e o comandante italiano aposta na adaptação de atletas bem próximo à Copa do Mundo.

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Nos último compromissos da Seleção, diferentes laterais foram utilizados como titulares ou acionados ao longo das partidas, evidenciando a ampla rotatividade e os testes promovidos pelos recentes técnicos.








