Após perder a finalpara o Flamengo, o clima entre os jogadores do Athletico/PR não era dos melhores. A sensação é de que era possível ter saído do Estádio Monumental de Guayaquil com o inédito título da Copa Libertadores da América. Apesar disso, os atletas que estiveram na decisão ficaram orgulhosos da postura do Furacão, que jogou de igual para igual com o Clube Carioca.

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“Sabíamos que teríamos que aguentar o primeiro tempo. Creio que começamos bem, mas tivemos um expulso e sofremos um gol. Tentamos reverter, mas não deu. O Athletico tem mostrado que tem feito as coisas bem. É um time a ser respeitado”, afirmou o meio-campista Terans, que deu duas finalizações perigosas no segundo tempo. Já o zagueiro Thiago Heleno demonstrou bem a chateação, definindo a partida como “uma dor no coração que é difícil de explicar”.
O sentimento dos jogadores é tão forte porque no primeiro tempo da partida, o Rubro-Negro Paranaense teve algumas chances de abrir o placar, mas pecou na finalização. Até a expulsão de Pedro Henrique o clube comandado por Felipão vinha bem: “A gente fica triste, mas saímos fortalecidos. Tenho certeza que se seguirmos trabalhando podemos chegar aqui novamente. Agora é batalhar para classificar para a Libertadores”, disse o goleiro Bento.

Foto: API/AGI – Pablo foi sincero ao descrever o sentimento dos jogadores
O Furacão repete o feito de 2005, quando conseguiu chegar à final da principal competição da América do Sul. Na ocasião, os paranaenses perderam para o São Paulo na grande decisão: “Parece que levei uma facada no peito. Vai ser duro passar esse baque. A expectativa de todos era ser campeão. Quando não acontece, é difícil, vamos ter que juntar os cacos para se levantar. Dói muito, é seguir em frente e buscar a classificação para a Libertadores”, finalizou o atacante Pablo.








