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"Foi relatado na súmula da partida"; STJD condena Clube da Série A a pagar R$ 30 mil reais por ofensas homofóbicas

Na última segunda-feira (10), o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD) definiu a pena, após o árbitro relatar na súmula cânticos homofóbicos

Na última segunda-feira (10), o Supremo Tribunal de Justiça do Futebol definiu uma punição em primeira instância de R$30 mil reais, para um clube que disputa a Série A do campeonato nacional. A justificativa seria que uma parte dos torcedores teria feito cantos homofóbicos a um jogador do time adversário, infração ao artigo 243-G.

Foto: Reprodução/CBF - Supremo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol
Foto: Reprodução/CBF - Supremo Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol

O episódio aconteceu na partida entre Red Bull Bragantino e Goiás em partida válida pela 27ª rodada do Brasileirão, no dia 18 de setembro. Uma parcela da torcida começou a ofender o atacante Pedro Raul do Goiás, de forma homofóbica, e foi relatado na súmula da partida pela equipe de arbitragem. A equipe pode recorrer.

“Aos 16 minutos do segundo tempo fui informado pelo quarto árbitro da partida sr. Lucas Canetto Bellote a respeito de gritos homofóbicos com o seguinte dizer: ‘vi**, vi**, oriundos da torcida da equipe Red Bull Bragantino Futebol LTDA destinado ao atleta número 11, *Sr. Pedro Raul Garay da Silva da equipe Goiás Esporte Clube. Relato ainda que a partida transcorreu normalmente pois não se escutou novamente tais cânticos pela equipe de arbitragem'”. consta no documento.

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Raul Baretta/AGIF – Pedro Raul comemorando gol

Raul Baretta/AGIF – Pedro Raul comemorando gol

A defesa do Clube paulista foi feita pelo advogado Andrés Perez, que juntou algumas postagens nas redes sociais mais um vídeo, alegando que o atleta em questão teria feito uma comemoração provocativa, por isso uma parte da torcida reagiu dessa forma. A defesa exalta que o comportamento não faz parte da opinião do Clube, pede absolvição e presta solidariedade ao jogador.

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“O caso em análise é uma denúncia muito grave e é necessário contextualizar os fatos ocorridos para uma abordagem correta. Partida tranquila e ocorria normalmente. Ao marcar o gol o atleta comemorou de forma provocativa. Na sequência teve um pequeno tumulto por conta dessa provocação. O árbitro entendeu que foi uma conduta provocativa e aplicou o cartão amarelo. O jogo foi reiniciado e, a partir daí, um pequeno grupo de torcedores entoaram os cânticos.” disse o advogado do Braga em audiência.

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