A rotatividade no elenco do Cruzeiro expôs testes, bem como, cortes promovidos pelo técnico Paulo Pezzolano. No leque de experimentos do treinador, a ausência de Lucas Ventura e Marco Antônio, chamou atenção. Os atletas não foram relacionados para os últimos duelos da Raposa e o comandante Celeste explicou a situação:
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“Estive falando com eles quando começamos. Eles precisam melhorar o posicionamento em campo. Mas, vimos melhor o Pedro Castro, Canesin, Machado, João Paulo (contra o Sergipe). Alguns vão ficar fora. Está dentro da rotação. Mas se eles seguem melhorando, evoluindo, são jogadores que têm bom futuro”, explicou Pezzolano.
A explicação do treinador vai além e detalha uma falha no processo que alavancou os jogadores da base para a equipe principal: “Acho que se precipitaram em subi-los para o primeiro time, ainda falta algo para eles crescerem. Mas tem tudo para ser grandes jogadores. Mas estão dentro da rotação. Estão fazendo bom trabalho. São boa gente, colocam intensidade no treino. Como treinador, você tem que deixar alguém fora. No outro dia, eles podem entrar também”.
Embora sejam crias da Raposa, os casos que envolvem Lucas e Marco Antônio, têm processos distintos dentro do clube. Lucas, foi alçado a profissional quando Mano Menezes comandava a Raposa, em 2017. Chegou a atuar em nove jogos, porém, teve uma sequência de empréstimos, aos quais não foi muito aproveitado, nas equipes do Sport e Boa Esporte. Retornou ao Cruzeiro em 2021, no entanto, por pouco não foi negociado, mas, teve uma reviravolta nas projeções do clube e renovou contrato até o final de 2022.









