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Náutico

Diógenes Braga vê Náutico levar ‘invertida’ nos tribunais e demissão de treinador pode custar mais de R$6OO mil ao Timbu

Técnico com duas passagens pelo Timbu cobra multa rescisória e direitos trabalhistas ao Clube; decisão judicial aponta pagamento de R$635 mil

Imagem: Reprodução/GE
Imagem: Reprodução/GE

O time do Náutico foi dirigido por cinco treinadores diferentes em 2022. O Timbu iniciou a temporada com Hélio dos Anjos, trouxe Felipe Conceição logo em fevereiro, depois teve ainda Roberto Fernandes, Elano e agora tem Dado Cavalcanti à beira do campo.

Como resultado das quatro trocas de comando em apenas seis meses (Dado chegou em agosto), o Clube está praticamente rebaixado à Série C do Campeonato Brasileiro. Com 30 pontos somados em 35 jogos, o Alvirrubro tem grandes chances de ter o seu descenso à terceira divisão nacional confirmado no próximo domingo (23), na partida contra o Grêmio, no Estádio do Arruda (casa do rival Santa Cruz), pela36ª rodada da Segundona.

A fase ruim não se limita somente aos gramados. Fora das quatro linhas, os sinais também têm sido bem preocupantes. Em coletiva de imprensa na última segunda-feira (17), o presidente Diógenes Braga anunciou que os então diretores de futebol do Náutico entregaram os seus cargos. O mandatário afirmou que aceitou as renúncias e o setor será reformulado.

Acontece que, nesta quarta-feira (19), Diógenes recebeu mais uma notícia ruim e herdou um novo problema para solucionar. O técnico Gilmar Dal Pozzo ganhou uma ação na justiça trabalhista contra o Clube, por conta da sua demissão do Timbu em 2020. Dal Pozzo cobra o pagamento de uma multa rescisória no valor de R$500 mil. Somados a outros direitos do profissional, os vencimentos ultrapassam os R$635 mil. A decisão favorável ao treinador foi concedida na 13ª vara do trabalho do Recife e cabe recurso.

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